Campanha

ÍNDICE
«Alegrai-vos e exultai» [1-2]
Capítulo I A CHAMADA À SANTIDADE Os santos que nos encorajam e acompanham [3-5]
Os santos ao pé da porta [6-9]
O Senhor chama [10-13]
A ti também [14-18]
A tua missão em Cristo [19-24]
A atividade que santifica [25-31]
Mais vivos, mais humanos [32-34]
Capítulo II DOIS INIMIGOS SUBTIS DA SANTIDADE O gnosticismo atual [36]
Uma mente sem Deus e sem carne [37-39]
Uma doutrina sem mistério [40-42]
Os limites da razão [43-46]
O pelagianismo atual [47-48]
Uma vontade sem humildade [49-51]
Um ensinamento da Igreja frequentemente esquecido [52-56]
Os novos pelagianos [57-59]
O resumo da Lei [60-62]
Capítulo III À LUZ DO MESTRE Contracorrente [65-66]
«Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu» [67-70]
«Felizes os mansos, porque possuirão a terra» [71-74]
«Felizes os que choram, porque serão consolados» [75-76]
«Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados» [77-79]
«Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» [80-82]
«Felizes os puros de coração, porque verão a Deus» [83-86]
«Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» [87-89]
«Felizes os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu» [90- 94]
A grande regra de comportamento [95]
Por fidelidade ao Mestre [96-99]
As ideologias que mutilam o coração do Evangelho [100-103]
O culto que mais Lhe agrada [104-109]
Capítulo IV ALGUMAS CARATERÍSTICAS DA SANTIDADE NO MUNDO ATUAL Suportação, paciência e mansidão [112-121]
Alegria e sentido de humor [122-128]
Ousadia e ardor [129-139]
Em comunidade [140-146]
Em oração constante [147-157]
Capítulo V LUTA, VIGILÂNCIA E DISCERNIMENTO A luta e a vigilância [159]
Algo mais do que um mito [160-161]
Despertos e confiantes [162-163]
A corrupção espiritual [164-165]
O discernimento [166] Uma necessidade imperiosa [167-168]
Sempre à luz do Senhor [169]
Um dom sobrenatural [170-171]
Fala, Senhor [172-173]
A lógica do dom e da cruz [174-177]
1. «ALEGRAI-VOS E EXULTAI» (Mt 5, 12), diz Jesus a quantos são perseguidos ou humilhados por causa d’Ele. O Senhor pede tudo e, em troca, oferece a vida verdadeira, a felicidade para a qual fomos criados. Quer-nos santos e espera que não nos resignemos com uma vida medíocre, superficial e indecisa. Com efeito, a chamada à santidade está patente, de várias maneiras, desde as primeiras páginas da Bíblia; a Abraão, o Senhor propô-la nestes termos: «anda na minha presença e sê perfeito» (Gn 17, 1).
2. Não se deve esperar aqui um tratado sobre a santidade, com muitas definições e distinções que poderiam enriquecer este tema importante ou com análises que se poderiam fazer acerca dos meios de santificação. O meu objetivo é humilde: fazer ressoar mais uma vez a chamada à santidade, procurando encarná-la no contexto atual, com os seus riscos, desafios e oportunidades, porque o Senhor escolheu cada um de nós «para ser santo e irrepreensível na sua presença, no amor» (cf. Ef 1, 4).

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