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Segunda noite da novena de Fátima com jeito jovem

Pe. Jean Carlos Demboski, vigário paroquial da Catedral São José e assessor diocesano da Pastoral da Juventude, com equipe de jovens, presidiu a procissão e a missa da segunda noite da novena de Fátima, neste sábado, véspera das eleições no Brasil e penúltimo dia da Semana Nacional da Vida.

Foi a noite da presença especial dos jovens com o enfoque “cristãos leigos e leigas jovens a serviço da vida e da paz”. Jovens acompanharam de perto e carregaram a imagem da Mãe de Fátima em toda a procissão.

No final da missa, num gesto de bênção, alguns deles colocaram a mão na imagem e outros no ombro deles e assim sucessivamente enquanto Pe. Sala e equipe de canto entoaram a canção de consagração a Maria, “ó minha Senhora, e também minha Mãe”, no final da qual, Pe. Jean deu a bênção a todos.

Pe. Maicon Malacarne, Pároco da Paróquia N. Sra. Aparecida, Bairro Bela Vista, Erechim, e coordenador diocesano de pastoral, animou a procissão, alternando cantos, breves motivações e orações diversas, especialmente as dezenas do terço.

O Evangelho narrava o retorno dos discípulos enviados em missão, contando alegres a Cristo o que haviam realizado em seu nome e o louvor dele ao Pai por revelar seus mistérios aos pequeninos e pobres, A partir disso, em sua homilia, afirmou que o rosto das pessoas era o que movia Jesus. Ele se alegrou com os discípulos que estavam alegres. A alegria está presente em muitos momentos no Evangelho – na anunciação do anjo a Maria de que seria mãe do Redentor; na visita dela a Isabel, ocasião em que bendisse a Deus porque olhou para sua humildade. Os humildes, os humilhados estão no coração de Deus. Depois, Pe. Jean referiu-se à 15ª Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos que trata dos jovens, a fé o discernimento vocacional. Para ele, há esperança de que a Igreja e outras instituições se disponham a escutar os jovens e que, como Jesus caminhou com os discípulos de Emaús, caminhem com a juventude. Citou a mensagem do Concílio Vaticano Segundo aos jovens, a qual afirma que a Igreja, durante os 4 anos daquele evento, procurou rejuvenescer seu rosto, para melhor responder à intenção do seu fundador, o grande vivente, o Cristo eternamente jovem. Na parte final de sua pregação, Pe. Jean recitou a oração-poema de Dom Hélder Câmara a Maria, intitulada “Mariama”. Nela, Dom Hélder, consdierado por muitos “o bispo dos pobres” e chamado de “irmão dos pobres e meu irmão” por São João Paulo II, pede a Nossa Senhora que a Igreja de seu Filho não fique em palavra, não fique em aplauso; que ela interceda um basta a todas as injustiças e um mundo sem senhor e sem escravos, um mundo de irmãos!  De irmãos não só de nome e de mentira. (Em breve, íntegra da homilia do Pe. Jean).