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Novena de Fátima celebra a força criadora de Deus e do trabalho humano

Enquanto os Meios de Comunicação divulgavam o resultado das eleições no País no início da noite deste primeiro domingo de outubro, conclusão da Semana Nacional da Vida, proposta pela CNBB, muitos devotos de Maria participaram da procissão e missa do terceiro dia da novena de Fátima.

A celebração teve participação especial dos trabalhadores e empreendedores, motivados a estarem a serviço da vida e da paz.

Pe. Valter Girelli, Reitor do Seminário e do Santuário de Fátima, presidiu celebração, concelebrada pelos padres Giovani Momo e André Lopes, com padre José Carlos Sala regendo a equipe de música e canto.

No final da celebração, Pe. Valter e Pe. Giovani abençoaram carteira de trabalho e chaves de estabelecimentos comerciais e industriais dos participantes, aspergindo-as com água benta.

Pe. Valter iniciou sua homilia destacando as bandeiras dos municípios colocadas na esplanada do Santuário e ressaltou que representam os trabalhadores da região nas mais diversas realidades. Depois, referiu-se à primeira leitura da missa, do livro do Gênesis, com a mensagem bíblica sobre a obra criadora de Deus, colocada por ele aos cuidados do homem e da mulher. Na maravilha da criação, o ser humano é co-criador com Deus. Pelo trabalho, com os recursos da tecnologia moderna, o ser humano produz o que necessita para seu conforto. A Igreja, continuou Pe.Valter, pede aos leigos e às leigas que sejam sal e luz e levem a todos os ambientes a força do Evangelho. Ele observou que o mundo do trabalho tem muitos conflitos, as relações trabalhistas são complexas. Continuou ressaltando que o trabalho é um dos direitos fundamentais da pessoa humana. Por ele, deve conseguir o necessário para seu sustento digno. Foi o que Cristo ensinou com a parábola do senhor da vinha que convidou trabalhadores para ela em diversas horas do dia e pagou a todos o valor do necessário para um dia de vida. Concluiu sua reflexão motivando a todos a uma prece a São José, o trabalhador de Nazaré, em cuja oficina o próprio Filho de Deus trabalhou e foi identificado como o “filho do carpinteiro”.