Informativo Diocesanos

Informativo Diocesano
29/04/2018
DIOCESE DE EREXIM
SECRETARIADO DIOCESANO DE PASTORAL
www.diocesedeerexim.org.br E-mail: secretariado@diocesedeerexim.org.br
Fone/Fax: (54) 3522-3611
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO
Ano 22 – nº. 1.149 – 29 de abril de 2018 

Agenda do Bispo: - Neste domingo, às 08h, missa na Catedral; às 09h, desfile cívico do centenário do município de Erexim; 10h30min, oficialização de Elida Ceccato Lira, como ministra da Palavra, da Caridade e Extraordinária da Sagrada Comunhão Eucarística na comunidade Santa Lúcia, Linha Creoula, Paróquia N. Sra. dos Navegantes, Campinas do Sul. 
- Domingo próximo, às 10h, crismas na igreja N. Sra. do Monte Claro, Áurea; 10h30, oficialização de Celenir Rosina Trombetta e Marisete Fuzinato como ministras na comunidade Santo Isidoro, Linha Três Amigos, Paróquia de Erval Grande.
Agenda Pastoral: - Até quarta-feira, continua o 17º Encontro Nacional de Presbíteros, em Aparecida, SP, com mais de 500 padres do Brasil, três da Diocese de Erexim, refletindo o tema “Presbítero, discípulo do Senhor e pastor do rebanho”, com o lema “cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho”.
- Quarta-feira, às 19h, reunião da Área de São Valentim, em São Valentim.
- Quarta e quinta-feira, encontro regional da Animação Bíblico-catequética na casa das Irmãs Salesianas, no Bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
- Domingo, a partir das 09h, encontro dos ministros da Área Pastoral de Erexim.
Doença de Alzheimer, espiritualidade e exercícios físicos na Jornada da Pastoral da Saúde: Mais de 200 pessoas da Pastoral da Saúde de diversas paróquias da Diocese de Erexim participaram da 10ª Jornada da Pastoral da Saúde, promovida pelo Hospital de Caridade e pela Diocese, no Seminário de Fátima, terça-feira. Pe. Maicon Malacarne, coordenador diocesano de pastoral, fez a abertura do encontro encaminhando a oração inicial e a apresentação dos participantes. A oração foi animada pelo Pe. Adelar De David, assessor das pastorais sociais, e por grupo da comunidade Santa Augusta, do Bairro Triângulo de Erexim. Dr. Rafael Badalotti, neurologista, proferiu palestra sobre a doença de Alzheimer e depressão. Explicitou o significado de cada uma. Ressaltou também a natureza da doença de Alzheimer e da demência. Nem toda demência é Alzheimer. Para ambas, por ora, não há cura. A previsão é de que em 2050 haja cem milhões de portadores da doença de Alzheimer em todo mundo e um milhão e duzentos mil no Brasil com mais de 65 anos. Depois de sua exposição, houve tempo para perguntas e esclarecimentos. Dom José visitou o grupo, manifestando seu apreço pelo trabalho da Pastoral da Saúde e ressaltou a importância do cuidado pelos doentes e idosos, bem como da prevenção das doenças. O fisioterapeuta do Hospital de Caridade, Diego Tappia, falou dos benefícios da atividade física permanente e realizou alguns exercícios com os participantes. Pe. Olírio Streher, Pároco da Paróquia de Jacutinga, falou da espiritualidade como a força interior que leva à ação e conduziu momento de oração em forma de leitura orante da Palavra de Deus, no espírito do tempo pascal. Por fim, houve apresentação artística do Grupo Vocal e Instrumentista do Cecris, que tem o acompanhamento da professora Avenir Bez e do maestro Carlos Baú. Dom Girônimo Zanandréa participou do encontro.
Conselho Estadual do MFC reunido em Erechim: Em torno de 50 pessoas do Movimento Familiar Cristão de Porto Alegre, Rio Grande, Pelotas, Bagé, Selbach, Tapera e Erechim participaram de reunião ordinária dias 21 e 22, no salão de eventos da igreja São Pedro em nossa cidade. A pauta da reunião incluiu reflexão sobre a liderança e a chefia em qualquer grupo humano e aspectos administrativos. A liderança é serviço ao grupo de forma partilhada e dialogada, possibilitando a participação responsável e ativa de todos. A chefia não conta com o diálogo e a busca comum dos encaminhamentos a serem dados. O MFC estimula a todos a serem líderes, no espírito de equipe, de partilha, de reflexão conjunta, de oração, de espiritualidade e formação em vista de maior participação e evangelização da família.
Igreja Católica Romana (ICAR) e o Centenário de Erechim: Os pioneiros do grande Erechim, em sua grande maioria, pertenciam à Igreja Católica Romana. Ao chegarem, organizavam logo sua comunidade com um local para suas orações e festas e a escola para a educação dos filhos. Diversos desses locais são hoje sedes paroquiais. Lideranças católicas promoveram a vinda de congregações de religiosos/as que atuaram decisivamente na saúde, na educação, na promoção humana, com hospitais, escolas e obras sociais. Padres, com muito heroísmo, em condições precárias, davam acompanhamento constante aos agricultores e aos núcleos urbanos. A rede de comunidades católicas em diversas paróquias possibilitou a criação e instalação da Diocese de Erexim em 1971, com a oficialização do seu primeiro bispo, Dom João Hoffmann, sucedido por Dom Girônimo Zanandréa e esse, por Dom José Gislon. A intensa ação evangelizadora da Diocese fortalece a fé, cultiva valores éticos e morais, possibilita a formação de muitos agentes de pastoral e lideranças que atuam nas entidades de classe e de promoção humana e na política, entendida como o zelo pelo bem comum e eminente expressão da caridade. 
A formação permanente dos atuais e futuros padres do Brasil: O tema central da recente Assembleia Geral da CNBB foi a formação permanente dos padres e dos candidatos ao sacerdócio. Duas razões principais para este tema: a publicação do documento da Congregação para o Clero em 2016, “O dom da vocação presbiteral” – sobre a formação dos presbíteros em todo o mundo e as constantes mudanças e transformações da atualidade que exigem respostas condizentes às novas situações por elas criadas. O texto aprovado pelos bispos ainda não será publicado. Antes, será enviado à Santa Sé para a indicação de possíveis ajustes e para seu consentimento para a publicação. O texto aprovado buscou contemplar a realidade do Brasil, marcado por grandes distâncias, enormes diferenças e situações diversas, como centros urbanos, realidades litorânea e rural, dos indígenas, sertanejos, da população do cerrado, dos negros e dos pampas. Depois da concordância da Santa Sé com o documento, cada Diocese deverá elaborar um projeto pedagógico/formativo conforme a realidade local para os candidatos ao sacerdócio e um planejamento para a formação continuada de seus presbíteros na mesma realidade.
No seu onomástico, Papa dá sorvete aos mais necessitados: No dia 23, segunda-feira, a Igreja celebrou São Jorge, de quem Francisco levava o nome, Jorge Mário Bergoglio. O Serviço de atendimento aos pobres da Santa Sé, por indicação expressa do Papa em seu onomástico, distribuiu 3.000 sorvetes às pessoas que são recebidas diariamente nos refeitórios, nos dormitórios e nas estruturas da Caritas da Capital italiana. Nos seus cinco anos de pontificado, Jorge Bergoglio empenhou-se em ajudar os mais necessitados da capital, com iniciativas como a instalação de banheiros e duchas no Vaticano, serviços médicos, além de convites para ver a Capela Sistina ou desfrutar um dia na praia.
Papa Francisco abrirá o mês mariano com a oração do Rosário: Terça-feira, dia 1º de maio, o Papa Francisco irá ao Santuário do Divino Amor, em Roma, para a oração do Santo Rosário na abertura do mês mariano. No primeiro ano de seu pontificado, Francisco já havia tido essa iniciativa de rezar o Santo Rosário com os fiéis na Praça São Pedro, porém por ocasião da conclusão do mês mariano. Fez o mesmo em 31 de maio de 2014, na Gruta de Lourdes, nos Jardins do Vaticano. 
Bispos do Uruguai propõem construir pontes de fraternidade numa sociedade fragmentada: No encerramento de sua recente assembleia, os Bispos do Uruguai apresentaram documento intitulado: “Construamos pontes de fraternidade em uma sociedade fragmentada”. O texto parte de um olhar para a realidade e em seguida convida a um discernimento à luz da fé e propõe alguns caminhos a serem percorridos. Eles constatam que “apesar do melhoramento dos indicadores econômicos dos últimos anos e do impulso dado às políticas redistributivas, que criaram as condições para reduzir o número de famílias em situação de pobreza, há ainda setores que não conseguiram padrões de vida decentes”. Para eles, os mais atingidos são as crianças. Percebem muitos sinais de deterioração das relações sociais, como o aumento da violência em várias áreas: a família, a instrução, as ruas, os espetáculos públicos. Entre os critérios de ação indicam a opção preferencial pelos pobres, o apelo à comunhão e ao princípio de igualdade, que demandam considerar a dignidade de todo ser humano como criatura de Deus. Os bispos do Uruguai declaram manter uma visão positiva em relação ao futuro em vista do potencial da sociedade e do bem que está no coração de todos os homens e mulheres que, com boa vontade, buscam um Uruguai melhor. Enfatizam: “Acreditamos que o Espírito de Jesus ressuscitado desperte o melhor de cada um, transforme nosso interior e suscite gestos de perdão que encorajem a nossa esperança”.
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Informações da semana
Do dia 26/4/18
Papa em Bari: D. Cacucci, "envolver povos na realidade médio-oriental"
Creio que o esforço do Papa por este dia de reflexão e oração vá na direção de envolver os povos na realidade médio-oriental, que, do contrário, corre o risco de ser gerida apenas pelos poderes políticos, diz o arcebispo de Bari-Bitonto.
Em 7 de julho próximo o Papa Francisco irá a Bari, sul da Itália, para um dia de reflexão e oração pelo Oriente Médio. “Na iniciativa querida pelo Santo Padre não há somente o aspecto religioso e ecumênico, mas também político, no sentido mais alto do termo.”
Dia de reflexão e oração pelo Oriente Médio
É o que afirma o arcebispo de Bari-Bitonto, Dom Francesco Cacucci, em entrevista à agência Sir sobre a visita do Pontífice para este dia de reflexão e de oração, para a qual o Santo Padre convidará os chefes de Igrejas e Comunidades cristãs da região da Puglia.
Político e religioso: dois aspectos que estão juntos
“O encontro de julho não será um encontro ad intra entre as Igrejas cristãs, mas um dia cuja atenção estará voltada para o cenário doloroso da religião médio-oriental, onde há guerras e mártires cristãos. Dois aspectos que estão juntos: político e religioso” – ressalta o prelado.
Bari, vocação ecumênica consolidada
“A vocação ecumênica tem raízes bastante sólidas em Bari. Não nos esqueçamos que em 1987 realizou-se aqui a Comissão mista católica-ortodoxa e que, desde 1969, Bari foi a primeira realidade onde foi aberta uma capela ortodoxa numa cripta católica, dedicada a São Nicolau. A vocação ecumênica de Bari, em nome de São Nicolau, é consolidada. Creio que isto tenha determinado a escolha do Santo Padre”, explica o arcebispo.
Envolver os povos na realidade médio-oriental
Para Dom Cacucci, “o ecumenismo do povo é um elemento central: se se limita apenas ao trabalho das Comissões teológicas – disse mais vezes o Patriarca Kirill – não será possível ir longe. Creio que o esforço do Papa por este dia de reflexão e oração vai nessa direção: envolver os povos numa realidade, a realidade médio-oriental, que, do contrário, corre o risco de ser gerida apenas pelos poderes políticos”.
Atenção para com os próprios irmãos e irmãs cristãos
“O ecumenismo do sangue, do qual o Papa fala constantemente”, conclui o arcebispo, “é o ecumenismo dos mártires. Nada aproxima mais os cristãos do que a atenção para com os próprios irmãos e as irmãs que são vítimas de perseguições.
Fonte: Vatican News
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Vida Consagrada: um Congresso sobre o tema da consagração
Em debate, os vários significados que são atribuídos às expressões “consagração” e “vida consagrada”, partindo de uma atenta e crítica leitura da realidade presente hoje na Igreja.
Realiza-se em Roma, de 3 a 6 de maio, um Congresso internacional sobre o tema da consagração (Consecratio et consecratio per evangelica consilia).
O evento na Pontifícia Universidade Antonianum é organizado pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de vida apostólica.
Leitura crítica e atenta da realidade
Este Dicastério há tempos iniciou uma reflexão sobre os vários significados que são atribuídos às expressões “consagração” e “vida consagrada”, partindo de uma atenta e crítica leitura da realidade presente hoje na Igreja.
A finalidade do Congresso é envolver os membros das diferentes formas de vida consagrada, das associações de leigos e dos movimentos na reflexão sobre questões identificadas precedentemente no decorrer de um Seminário sobre a mesma temática, com a participação de teólogos, canonistas e outros especialistas.
Dom João
O encontro será articulado em debates, conferências e trabalhos específicos para as diferentes realidades (Ordo virginum, Institutos religiosos, Sociedades de vida apostólica, Institutos seculares, Novos institutos e novas formas, Associações e Movimentos).
A saudação inicial e a conclusão serão feitas pelo prefeito da Congregação, o cardeal brasileiro João Braz de Aviz.
Na sexta-feira, 4 de maio, está prevista a audiência com o Santo Padre.
Fonte: Vatican News
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Cardeal Tagle: não levantar muros, todos nós temos sangue de migrantes
O objetivo da iniciativa é encorajar as comunidades locais, começando das paróquias, a fim de reforçar a “cultura do encontro”, compartilhando um almoço com migrantes e refugiados, e promovendo iniciativas concretas de solidariedade.
A Caritas Internacional promove, de 17 a 24 de junho próximo, a “Semana de Ação Global” para fortalecer a campanha “Share the Journey” sobre o compartilhar o caminho dos migrantes.
A campanha “Share the Journey” foi lançada pelo organismo junto com o Papa Francisco em 27 de setembro do ano passado. O objetivo da iniciativa é encorajar as comunidades locais, começando das paróquias, a fim de reforçar a “cultura do encontro”, compartilhando um almoço com migrantes e refugiados, e promovendo iniciativas concretas de solidariedade.
O presidente da Caritas Internacional, Cardeal Luis Antonio Tagle, Arcebispo de Manila, sublinha a importância dessa campanha na entrevista ao Vatican News, falando também sobre a experiência de migração em sua família.
Por que para a Caritas Internacional e o Papa Francisco é tão importante acolher os migrantes?
Cardeal Tagle: “O fenômeno da migração humana não é novo, mas em nosso tempo contemporâneo é um fenômeno dramático pelo número de migrantes forçados e refugiados. O Papa Francisco e a Caritas Internacional têm este programa por dois motivos. O primeiro é humanitário. Sim, a migração é um fenômeno, uma ideia, um conceito, mas na base está o fato de que os migrantes são pessoas! Para dar um rosto humano a um fenômeno, a um conceito, devemos acolher os migrantes. O segundo motivo é a fé. Na Bíblia, o Povo de Israel era formado por refugiados, migrantes no Egito. O Senhor cuidou desse povo pobre e o guiou para a liberdade, e Jesus Cristo identificou-se com os estrangeiros, com os migrantes.”
Como está indo a Share the journey? Quais são as suas esperanças para essa campanha, e também para a Semana de Ação Global, em junho?
Cardeal Tagle: “Share the Journey, Compartilhe a viagem, é um projeto internacional da Caritas. Estamos felizes que o Santo Padre tenha inaugurado o programa no ano passado. Estou feliz de ver que em vários lugares do mundo, em vários países do mundo onde existem as Caritas locais, paroquiais, o programa segue adiante. O programa da Caritas animou as paróquias a acolher, proteger e integrar os migrantes. Esperamos a “Semana de Ação Global”, em junho, que será um momento não somente simbólico, mas efetivo. Por exemplo, em Manila, não haverá somente um almoço com os migrantes, mas também uma reunião com os estudantes provenientes de outros países. Nas universidades e nas escolas também há Share the Journey. Não podemos esquecer a nossa história comum com os migrantes. São meus irmãos e irmãs! ”
O que gostaria de dizer às pessoas que têm medo dos migrantes e aos governantes que levantam muros para deter a imigração?
Cardeal Tagle: “A primeira palavra é apreciar a complexidade do fenômeno da migração. Não é uma questão simples. A segunda palavra é encontrar os migrantes, os refugiados. Muitas vezes o medo da migração não há fundamento, porém a mentalidade muda quando as histórias humanas abrem os meus olhos para a minha história e eu me vejo nos outros! Deste modo, começamos a partilhar a mesma história, a viagem, juntos. A terceira palavra é memória. Todos nós, todos os países do mundo têm uma história de migração. O meu avô era um migrante da China para as Filipinas. Todos nós temos o sangue de um migrante! Não podemos esquecer esta história comum e ver em cada migrante um avô, uma avó. Não são estrangeiros: são meus irmãos e minhas irmãs.”
Cardeal Tagle, há três anos o senhor é presidente da Caritas Internacional. O que está lhe dando essa experiência? É feliz?
Cardeal Tagle: “Quando recebi a notícia da minha eleição, tive algumas hesitações. Não estava preparado, não me sentia capaz de governar uma Confederação internacional como a Caritas Internacional, porém, aceitei a nomeação, a eleição, na fé. Sinceramente gostaria de dizer que estes três anos foram um período de educação e formação para mim! Espero ter dado uma contribuição para a Confederação pelo menos em algumas coisas, porém, para mim a experiência mais significativa é a minha contínua formação e educação graças às pessoas da Caritas, os pobres, os sofredores que me deram lições de esperança e amor. Um amor que permanece em meio ao sofrimento e miséria. Sou um “aluno”, não presidente da Caritas!"
Fonte: Vatican News
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Sudão do Sul: alegria pela colocação da primeira pedra do hospital de Nzara
A estrutura incluirá uma clínica, uma maternidade, uma ala cirúrgica e um banco de sangue.
 “A Igreja continua integrando os esforços do Governo para fornecer apoio essencial à população carente”, disse o bispo Tombura-Yambio, no Sudão do Sul, Dom Barani Eduardo Hiiboro Kussala, presidente da Conferência Episcopal que reúne os bispos do Sudão e Sudão do Sul.
O prelado presidiu no último dia 21, a cerimônia em que foi colocada a primeira pedra de um centro de saúde, em sua diocese, no valor de dois milhões de dólares. A estrutura incluirá uma clínica, uma maternidade, uma ala cirúrgica e um banco de sangue. A novo centro será construído em Nzara, pequena cidade localizada a cerca de 24 km a noroeste de Yambio.
Do projeto à realidade
“Esta cerimônia marcou a passagem do planejamento à realidade”, afirmou o prelado, segundo a Agência Fides.
“Desde que me tornei bispo, há quase dez anos, sempre rezei e trabalhei para garantir um centro de saúde eficiente e válido para os pobres. Não obstante os danos persistentes da guerra civil em nosso país, estamos vendo, hoje, um gesto de paz ativo, que marca uma descontinuidade forte com a guerra.”
Os combates tiveram início no Sudão do Sul, em dezembro de 2013, quando o presidente Salva Kiir acusou seu ex vice, Riek Machar, de tentar um golpe de Estado, acusações que Machar rejeitou.
Fruto de colaboração
“O lançamento da primeira pedra marcou o início dos trabalhos principais da construção do novo hospital”, acrescentou Dom Kussala, que agradeceu os vários colaboradores do projeto “iniciado pela Diocese de Tombura-Yambio, pelas Missionárias Combonianas, pelo Conselho Médico Missionário Católico, pela Fundação Edmond Rice, pelo Fundo de Ajuda ao Sudão e muitos amigos próximos”.
Uma boa notícia
“Penso que esta notícia possa ser útil, pois na maioria das vezes do Sudão do Sul provém somente notícias tristes”, ressaltou o prelado.  Comentando a escolha de Nzara, o bispo afirmou que “a decisão foi tomada com base na variedade de critérios, como a dimensão da área e sua posição, e o interesse da diocese por esta área onde foram gastos quase 50% do orçamento anual. A dimensão do terreno e do edifício que será construído foi escolhida em vista de ampliações futuras.”
Oração a Santa Teresinha do Menino Jesus
A comunidade sul-sudanesa de Nzara rezou pelo sucesso desse projeto. “Desde o primeiro dia”, disse Dom Kussala, “quis confiar a Santa Teresinha do Menino Jesus, a Santa Josefina Bakhita, a Dom Titarani Gasi Abangite, bispo defunto da diocese (cuja visão inspirou o novo hospital) e obviamente ao Senhor ressuscitado, a construção de um centro de saúde digno ao nosso povo. Estou certo de que Santa Teresinha intercede por nós e por todos aqueles que estão comprometidos nesse projeto, para que sejam abençoados e consigam levá-lo a termo”.
Fonte: Vatican News
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Chile: religiosas refletem sobre recente carta do Papa sobre o caso Barros
O objetivo da reunião foi refletir sobre a carta que o Papa Francisco enviou à Conferência Episcopal do Chile depois de ouvir o relatório de dom Charles Scicluna sobre o caso do Bispo de Osorno, dom Juan Barros.
Na tarde desta quarta-feira (25/04), duzentas religiosas que desempenham o seu ministério pastoral em Santiago, no Chile, se encontraram na residência episcopal com o cardeal Riccardo Ezzati Andrello e com o bispo auxiliar dom Jorge Concha, vigário para a Vida Consagrada.
O objetivo da reunião foi refletir sobre a carta que o Papa Francisco enviou à Conferência Episcopal do Chile depois de ouvir o relatório de dom Charles Scicluna sobre o caso do Bispo de Osorno, dom Juan Barros.
Foi “um encontro de formação a fim de que as religiosas, parte importante da Igreja, conheçam diretamente a carta que o Papa enviou aos bispos do Chile e se unam ao episcopado no caminho de oração que o Santo Padre nos pediu”, explicou o cardeal Ezzati.
Dom Concha disse que esse encontro teve também o objetivo “de envolver as religiosas na reflexão e discernimento sobre a carta enviada pelo Papa aos bispos chilenos, a todos os fiéis e também aos religiosos”.
Segundo a Agência Sir, o bispo auxiliar de Santiago pediu às religiosas para “expressar seus sentimentos”, esperando que a reflexão delas “possa também ajudar os pastores a entender e viver de modo mais profundo o encontro com o Papa”.
Uma contribuição importante “também para o que acontecerá depois da visita que faremos ao Santo Padre, em vista da renovação da Igreja”, ressaltou.
Orielle de Jesús López do Ordo Virginum, espera que essa situação ajude a “olhar para realidade assim como ela é” e que o parecer das consagradas seja ouvido, a fim de “recuperar a confiança na Igreja”.
Fonte: Vatican News
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Nigéria. Ataque a uma igreja, mortos dois sacerdotes e 16 fiéis
O ataque armado aconteceu em Mbalom, no Estado de Benue, logo depois da celebração da Missa. A região é marcada por conflitos entre pastores nômades da etnia fulani e trabalhadores sazonais. “É um massacre que o mundo não toma conhecimento, e ninguém fala”, denuncia um sacerdote nigeriano.
Novas violências na Nigéria central. Dois sacerdotes católicos, padre Joseph Gor e padre Felix Tyolaha e pelo menos 16 fiéis foram mortos ontem (24/04) pela manhã em um ataque armado contra a igreja do vilarejo de Mbalom, no Estado de Benue. Homens armados entraram em ação logo depois da celebração da Missa na paróquia de St. Ignatius, que pertence à diocese de Makurdi. Segundo fontes locais, algumas casas também foram incendiadas.
Condenação do presidente e da diocese
Uma firme condenação pelos “hediondos crimes” cometidos foi comunicada pelo presidente nigeriano Muhammadu Buhari. A diocese de Makurdi manifestou a própria dor, denunciado a insegurança da população. De fato, a região é marcada por uma sequência de violências e combates pelo controle da água e das terras agrícolas. Pastores nômades de etnia fulani atacam com frequência pessoas e propriedades, combatendo com agricultores sazonais. Segundo a organização humanitária Human Rights Watch, desde 2010 as violências já causaram pelo menos 3 mil mortes.
O testemunho
Entre a população “há um grande medo”, conta da Nigéria padre Patrick Alumuku, responsável pela comunicação na arquidiocese de Abuja. “Vi a página de Facebook de um dos sacerdotes que morreram. Alguns meses atrás escreveu: ‘Tenho muito medo, vivo no medo. Os fulani estão nos circundando, trazem seu rebanho ao redor do território da minha igreja e não sei o que fazer’. E foi morto. O segundo sacerdote que estava em outra paróquia que foi fechada pelo agravamento da situação, foi deslocado para esta paróquia onde foi assassinado”.
As ações dos fulani
“Nos últimos três anos a região de Benue, onde 95% da população é cristã, já foi atacada várias vezes por grupos de terroristas muçulmanos do norte. A ideia, o sistema e os métodos são os mesmos do grupo Boko Haram”, explica o sacerdote recordando o grupo extremista que desde 2009 já causou ao menos 20 mil mortes. “Trata-se de pastores que ocupam as terras porque é uma região muito fértil. Atacam um vilarejo depois do outro, matando as pessoas. Isso – observa padre Alumuku – é um massacre que o mundo não toma conhecimento e ninguém fala”. Alertando que os grupos de pastores fulani estão se transformando em um verdadeiro e próprio grupo terrorista: “É exatamente assim, os fulani acreditam que têm a missão de levar a religião do islã do norte até o oceano”.
Armas infiltradas do exterior
“Há um grupo que se chama ‘MyettiAllah’, literalmente ‘Os mensageiros de Deus’, que deixa claro suas intenções de conquistar esta parte do país. Depois da morte dos sacerdotes e fiéis ocorrida ontem, na noite do mesmo dia homens armados mataram cerca de trinta pessoas em um outro vilarejo do mesmo Estado de Benue. O presidente Buhari, que nestes dias está na Inglaterra para a Conferência do Commonwealth, em uma entrevista, acusou os militantes vindos da Líbia, depois do desmantelamento daquele país, de trazerem armas para a Nigéria. Mas a pergunta é: se homens armados chegam de fora e continuam a matar dia após dia, por que não enviar militares locais, prendê-los e tomar o controle da situação?”, conclui o sacerdote.
Fonte: Vatican News
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Alemanha: Primeiro ministro da Baviera manda instar cruzes em edifícios públicos
Numa provocadora medida, até agora única na Europa, o Governo regional da Baviera, Alemanha, publicou um decreto no dia 24 de abril com a determinação que todos os edifícios administrativos regionais devem instalar cruzes nas entradas para refletir a identidade cultural e a influência cristã-ocidental. A medida não se aplicará aos edifícios do Governo Federal localizados neste estado.
O decreto amplia a obrigação de colocar cruzes nas entradas das escolas públicas e dos tribunais e é uma manifestação da Fé em um estado majoritariamente católico que se encontra governado atualmente pela União Cristã Social. A medida foi interpretada como uma forma de fortalecer a identidade cultural diante das pressões migratórias.
A declaração da Cruz como símbolo de identidade bávara permite ao Estado continuar cumprindo as leis constitucionais sobre neutralidade religiosa. O símbolo representa mais de 50% da povoação que se considera católica e 18.8% que se considera cristã. A nível nacional, os católicos constituem 29% da povoação, seguidos por 27% de protestantes, enquanto que as pessoas não religiosas ou que pertencem a crenças minoritárias constituem 36% do total da povoação.
Ao notificar o decreto, o primeiro ministro bávaro, Markus Söder, pendurou uma cruz em uma parede diante das câmaras. A medida entrará em vigor no primeiro dia de junho. 
Fonte: Catolicos.
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Um milhão de rosários pelas vocações sacerdotais na Colômbia
Dom Pablo Salas Anteliz, Arcebispo de Barranquilla, Colômbia, convocou uma campanha de oração do Santo Rosário pelas vocações sacerdotais e religiosas durante um encontro com os seminaristas do Seminário Maior João XXIII desta cidade. O objetivo da campanha é somar entre os fiéis locais um total de um milhão de rosários para suplicar abundância de vocações na Arquidiocese.
"Iniciamos a campanha de um milhão de Rosários pelas vocações sacerdotais e religiosas. Nenhum fiel católico da Arquidiocese, pode subtrair-se a este mandato do Senhor que nos disse que a messe é grande e os operários são poucos, rezai ao Senhor da messe que envie operários à sua messe", explicou o prelado. "Nós queremos levar a sério este chamado do Senhor e por isso estamos dizendo a todos os católicos de nossa Arquidiocese que orem pelas vocações, que rezem pelas vocações, tendo sempre como intercessora a Santíssima Virgem Maria".
A Arquidiocese recordou que os fiéis devem tomar consciência do compromisso de toda a Igreja a favor das vocações à imagem da Santíssima Virgem Maria. "A maternidade da Igreja se expressa através da oração perseverante pelas vocações, de sua ação educativa e do acompanhamento que oferece aos que percebem o chamado de Deus", expôs o Arcebispado.
O objetivo da Igreja local é conseguir que haja um sacerdote para cada oito mil habitantes, enquanto que se calcula que há mais de 20 mil fiéis por paróquia. Isto gera "uma atenção reduzida por parte dos sacerdotes, pois a amplitude de sua povoação, lhe impede gerar a proximidade de custódia espiritual ideal", indicou a Arquidiocese. "Diante destas cifras, redescobrimos a necessidade de orar pelo nascimento de novas vocações que permitam chegar com a mensagem de esperança a todos os atlanticenses, o qual supõem o surgimento de novas paróquias e de novos sacerdotes".
A Arquidiocese de Barranquilla conta com 159 paróquias e 145 sacerdotes. Na atualidade se formam 40 aspirantes no Seminário Maior João XXIII.
Fonte: Catolicos.
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Reconstrução da Planície de Nínive teve “resultados extraordinários”
Quase um ano depois o início da reconstrução das aldeias da Planície de Nínive, no Iraque, após a derrota do Estado Islâmico, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) afirmou que tiveram “resultados extraordinários”.
Segundo informou AIS, durante a ocupação da região pelo Estado Islâmico (ISIS) de junho de 2014 a outubro de 2016, mais de 13 mil casas de cristãos ficaram danificadas e, entre elas, 1.234 ficaram completamente destruídas.
Em maio de 2017, teve início a aplicação de um “Plano Marshall” da AIS para recuperar a região. Os trabalhos são realizados pela Comissão de Reconstrução de Nínive, formada pela Igreja Católica-Caldeia, a Igreja Siro-Católica e a Igreja Siro-Ortodoxa junto com a fundação pontifícia.
Até o momento, 3.249 casas foram reconstruídas e as aldeias mais beneficiadas foram Bartella, Karamlesh e Qaraqosh. A AIS considerou que “tiveram resultados extraordinários”.
Assinalaram que em março deste ano, 8.213 famílias tinham voltado à Planície de Nínive, representando mais de 42% das 19.452 famílias obrigadas a fugir pelo ISIS.
Na aldeia de Teleskuf, outro lugar beneficiado pelo projeto de reconstrução, “retornaram cerca de 68% da população, enquanto em Qaraqosh voltaram aproximadamente 23 mil cristãos, 42% das pessoas que viviam lá antes da chegada do ISIS. Nesse local ainda há muito por fazer, por que apenas 20% das 6.826 casas destruídas foram reconstruídas”.
“É gratificante ver que muitas outras famílias nos pedem que reparemos as suas casas porque elas querem voltar”, expressou Pe. Salar Boudag, Vigário Geral da diocese católica caldeia de Alqosh e membro do comitê de reconstrução.
“Os cristãos foram os primeiros a voltar a estas aldeias e com a ajuda da Igreja e das associações ligadas a ela começaram a reconstruir e desenvolver novamente a região”, manifestou o sacerdote.
Pe. Boudag indicou que houve muitas dificuldades durante o trabalho de reconstrução das aldeias, pois “as tensões entre o governo de Bagdá e o do Curdistão afetaram o nível de segurança e as condições econômicas”.
Também explicou que “o caminho que une a cidade de Mossul à Planície de Nínive continua fechado” e, por isso, os cristãos não podem procurar trabalho nessa cidade.
Além disso, as pessoas vivem com medo e inseguras diante das próximas eleições parlamentares no dia 12 de maio.
“Tememos que ocorram novos distúrbios”, comentou Pe. Boudag.
Desde que o Estado Islâmico invadiu a região em 2014, a Ajuda à Igreja que Sofre já investiu mais de 37,7 milhões de euros (4,6 milhões de dólares) em projetos de ajuda humanitária no Iraque.
“Os benfeitores da AIS não nos abandonaram nestes anos de crise. Seu apoio nos dá coragem, porque temos certeza de que nunca nos abandonarão. Juntos, faremos com que o cristianismo volte para a Planície de Nínive”.
Fonte: Vatican News
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Eutanásia: Igreja Católica publica folheto com perguntas e respostas para «um debate mais esclarecido»
Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa realça que «não está em causa uma questão de religião, mas de vida e sociedade»
A Conferência Episcopal Portuguesa publicou um folheto com ‘perguntas e respostas sobre a Eutanásia’, para informar a sociedade e ‘esclarecer dúvidas’ que possam existir, numa altura em que a legalização desta prática está em debate no país.
O secretário da CEP salienta, em declarações à Agência ECCLESIA, uma iniciativa que pretende ser um acréscimo “pedagógico” para toda a discussão em curso.
“Neste folheto colocamos as questões que nos pareceram que são essenciais para que as pessoas estejam informadas, para que na sua consciência estejam sempre pela defesa da vida”, realça o padre Manuel Barbosa.
O lançamento deste trabalho surge numa altura em que a Igreja Católica se prepara para assinalar a ‘Semana da Vida’ (13 a 20 de maio), subordinada precisamente ao tema ‘Eutanásia… o que está em jogo?’
Uma semana que tem estado a ser preparada pela Comissão Episcopal do Laicado e Família, através do seu Departamento Nacional da Pastoral Familiar.
No folheto podemos encontrar a definição não só de eutanásia mas também de outros conceitos que têm vindo a público, como ‘suicídio assistido’, ‘obstinação terapêutica’, e ‘cuidados paliativos’.
O objetivo foi ainda enquadrar várias perguntas que, na opinião da Igreja Católica, devem ser respondidas quando se fala em legalizar ou não a prática da eutanásia.
Como ‘é lícito provocar a morte de uma pessoa a seu pedido?’, ou se ‘é lícito provocar a morte para eliminar o sofrimento?’, e ainda ‘quais as consequências da legalização da eutanásia’.
Preparado pela Conferência Episcopal Portuguesa em conjunto com a Associação dos Médicos católicos, a Comissão Nacional Justiça e Paz, e vários organismos da sociedade civil, este folheto é inspirado num documento “mais longo”, que já tinha sido lançado pela Igreja Católica em Portugal.
O padre Manuel Barbosa salienta que a posição assumida pela Igreja Católica, “contra a eutanásia”, não vai nem mais longe nem acrescenta mais nenhuma posição do que aquela que “está também consagrada na própria Constituição da República Portuguesa”.
“No artigo 24 é dito que a vida humana é inviolável. E a questão da luta contra a eutanásia é uma questão de vida, é uma questão de sociedade, não é uma questão de religião”, frisa o secretário da CEP.
Atualmente estão na Assembleia da República Portuguesa quatro propostas legislativas relacionadas com a eutanásia: Bloco de Esquerda, Partido Socialista, Partido Ecologista ‘Os Verdes’ e PAN – Partido Animais e Natureza.
Para o padre Manuel Barbosa, é essencial que a Igreja Católica “contribua para um debate mais esclarecido”, até porque está em causa o modelo de sociedade que se quer para o futuro, para as futuras gerações.
“É preciso lutar pela vida, pelos cuidados paliativos, há muito a fazer nesse sentido, pelo cuidado por todos e pela vida no seu todo. Até porque há sempre o perigo de cairmos numa rampa deslizante, como vimos com o caso holandês. Por isso é que num dos pontos do folheto temos presente o risco do aumento generalizado da eutanásia”, apontou.
Aquele responsável estava a referir-se a um encontro sobre este tema que decorreu terça-feira na Universidade Católica Portuguesa.
Theo A. Boer, especialista holandês em Ética nos Cuidados de Saúde, que participou num comité de análise à aplicação da eutanásia no seu país, alertou para a necessidade de um debate cuidado, a partir de critérios bem definidos.
Caso contrário, a legalização desta prática poderá resultar numa “rampa deslizante”, num “terreno pantanoso” em que a eutanásia é vista como “solução para tudo”, para todo o tipo de sofrimento.
Na Holanda, a eutanásia foi aprovada em 2002 e em pouco mais de 10 anos, o número de pedidos de eutanásia passou de cerca de 2 mil para 8 mil casos.
“As decisões que o vosso Parlamento tomar agora vão influenciar a forma como os vossos filhos e netos irão morrer dentro de 30 ou 40 anos”, alertou Theo A. Boer.
A intervenção do professor holandês, feita durante a conferência ‘A Eutanásia e a Cultura do Cuidado’ que decorreu na UCP, poderá ser escutada no próximo domingo, integrada num Programa ECCLESIA dedicado a esta matéria, a partir das 6h00, na Antena 1.
Em destaque estarão também intervenções do cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente; do presidente da Associação dos Médicos Católicos Portugueses, Pedro Afonso; do professor e cirurgião Gentil Martins; de Isabel Galriça Neto e Eva Serra Palha, especialistas em Cuidados Paliativos; e de Germano de Sousa, antigo bastonário da Ordem dos Médicos.
Fonte: Agência Ecclesia
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 Padre Tolentino Mendonça propõe Fé que responda às questões da existência
«Elogio da sede» recolhe 10 reflexões apresentadas ao Papa Francisco
O padre e poeta português José Tolentino Mendonça apresentou hoje em Lisboa o seu novo livro, ‘Elogio da Sede’, propondo uma Fé capaz de “partir do real mais próximo”, o de cada pessoa.
“Hoje, estamos confrontados com a necessidade de criar uma espiritualidade que parta disto que somos: se é o teu ponto de partida é a ferida, vamos falar da feridade”, assinalou o autor, ao falar sobre a obra que recolhe as 10 reflexões que preparou para o Papa, no seu retiro de Quaresma deste ano.
A obra, editada pela Quetzal, esteve no centro de uma conversa entre Tolentino Mendonça e Anabela Mota Ribeiro, no auditório Cardeal Medeiros, da Universidade Católica Portuguesa (UCP).
O autor defendeu a urgência de traduzir “existencialmente” a Fé, sem recorrer exclusivamente a categorias ou termos “abstratos”, sem “corpo” nem “peso”, que “não tocam realmente a existência nem contam com ela”.
Desafiado a comentar o quadro ‘Melancolia’, de Edvard Munch (1863-1944), o padre Tolentino Mendonça falou do retiro como “um tempo de fronteira”.
“As viagens imóveis que fazemos, muitas vezes, são as peregrinações maiores, as mais decisivas”, declarou.
O sacerdote assinalou a importância de “reentrar numa unidade interior” para evitar a tentação de “baixar os braços” e “aceitar uma vida a 70%, a 40%, a 30%, cada vez menos”.
“Este texto é um manifesto sobre e contra a acédia”, acrescentou.
O diálogo começou com uma citação sobre a “sede de liberdade”, da escritora brasileira Clarice Lispector, uma “sede estranha e profunda”.
Segundo Tolentino Mendonça, o recurso à Literatura traz o “fluxo da realidade” ao discurso espiritual e teológico.
O padre e poeta citou, entre outros, autores como Emily Dickinson, Fernando Pessoa, Clarice Lispector, Antoine de Saint-Exupéry ou o italiano Tonino Guerra.
“Para mim a poesia é, sobretudo, atenção e hospitalidade”, declarou Tolentino Mendonça.
A apresentação do livro começou com uma intervenção do provincial da Companhia de Jesus em Portugal, José Frazão Correia, que falou numa reflexão “desinstaladora”, uma obra para “rezar, pensar”, um “livro de sabedoria” que pode dar “muito que fazer” a quem o lê.
O religioso deixou o convite à interrogação sobre a forma como a sociedade “cuida espiritualmente dos seus”.
O livro usa como prefácio o agradecimento que o Papa dirigiu ao padre Tolentino Mendonça no final do retiro, que decorreu entre 18 e 23 de fevereiro em Ariccia, localidade nos arredores de Roma.
Francisco agradeceu ao padre português pelas suas meditações sobre uma Igreja “para todos” e elogiou, em particular, as advertências de Tolentino Mendonça contra o “mundanismo burocrático” na Igreja.
O Papa sublinhou as várias citações de autores não-crentes e de outras confissões religiosas, mostrando que o Espírito de Deus “é para todos”.
José Tolentino Mendonça nasceu em Machico (Arquipélago da Madeira) em 1965 e foi ordenado padre em 1990; é doutorado em Teologia Bíblica.
Biblista, investigador, poeta e ensaísta, Tolentino Mendonça foi condecorado com o grau de Comendador da Ordem de Sant’lago da Espada por Aníbal Cavaco Silva, presidente da República, em 2015. 
Fonte: Agência Ecclesia
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Pais de Alfie Evans publicam comovente carta pedindo privacidade
Os pais de Alfie Evans, Tom Evans e Kate James, publicaram uma carta pedindo “privacidade” e afirmando que agora desejam construir uma relação positiva com o hospital Alder Hey.
Do mesmo modo, fizeram um apelo aos seguidores de Alfie e sua família para que “regressem à sua vida cotidiana”.
“Estamos muito gratos e apreciamos todo o apoio que recebemos de todo o mundo, incluindo nossos seguidores italianos e poloneses, que dedicaram seu tempo e apoio à nossa incrível luta. Agora, pedimos que regressem à sua vida cotidiana e permitam, a Kate e a mim, criarmos uma relação com Alder Hey, construirmos uma ponte e cruzá-la”, indica a carta emitida nesta quinta-feira, 26 de abril.
Na missiva, os pais agradecem ao “pessoal de Alder Hey em todos os níveis por sua dignidade e profissionalismo durante o que também deve ser um momento incrivelmente difícil para eles”.
“Juntos, reconhecemos as tensões que os eventos recentes nos causaram a todos e, agora, desejamos privacidade para todos os envolvidos”, sustentam os pais.
Finalmente, indicam que “pelo interesse de Alfie”, trabalharão “com sua equipe de tratamento em um plano que ofereça ao nosso menino a dignidade e a comodidade de que necessita”.
“A partir deste ponto, já não serão emitidas mais declarações nem serão dadas entrevistas”, concluem.
O comunicado foi emitido esta manhã, despois das coordenações a portas fechadas entre os médicos do hospital e os pais para que seja permitido levar Alfie para casa.
“O que fizemos hoje foi ter uma reunião com os médicos em Alder Hey e agora começamos a pedir que nos permitam ir para casa. Alfie já não precisa de cuidados intensivos. Está deitado na cama com um litro de oxigênio. Algumas pessoas dizem que é um milagre, mas não é um milagre: é um erro de diagnóstico”, afirmou Thomas.
A carta causa estranheza devido à dura batalha judicial que travaram durante meses com o hospital.
Inclusive, no dia 25 de abril, o pai do menino denunciou que, embora Alfie já estivesse recebendo água, leite e oxigênio, a princípio os médicos se negaram a alimentá-lo.
“É revoltante ver como eles estão tratando o meu filho. Nem um animal deveria ser tratado assim. Está demostrando que estão errados. É hora de dar-lhe graça e dignidade, e deixá-lo ir para casa ou para a Itália”, sentenciou na ocasião.
Fonte: ACIDigital
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Do dia 25/4/18
O encorajamento do Papa às duas Coreias
O Papa Francisco rezou um Pai-Nosso com os fiéis na Praça São Pedro em vista do encontro entre os dois líderes coreanos na próxima sexta-feira.
No final da catequese, Francisco recordou que na próxima sexta-feira, 27 de abril, se realizará um Vértice Inter-Coreano, do qual participarão os líderes das duas Coreias: Moon Jae-in e Kim Jong Un.
“ Este encontro será uma ocasião propícia para iniciar um diálogo transparente e um percurso concreto de reconciliação e de fraternidade, a fim de garantir a paz na Península Coreana e no mundo inteiro. ”
O Papa garantiu sua oração pessoal ao povo coreano e a proximidade de toda a Igreja.
“A Santa Sé acompanha, apoia e encoraja toda iniciativa útil e sincera para construir um futuro melhor, no signo do encontro e da amizade entre os povos. A todos que têm responsabilidades políticas diretas, peço que tenham a coragem da esperança, fazendo-se ‘artífices’ da paz, enquanto os exorto a prosseguir com confiança o caminho empreendido pelo bem de todos.”
Depois deste apelo, o Papa Francisco convidou os fiéis na Praça a rezar com ele um Pai-Nosso.
Fonte: Vatican News
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Papa receberá no Vaticano vítimas chilenas de abusos
Francisco “deseja pedir perdão, compartilhar a dor e vergonha por aquilo que sofreram e, sobretudo, ouvir sugestões a fim de evitar que se repitam esses atos reprováveis”., declarou Greg Burke.
No próximo final de semana, o Papa Francisco vai acolher na Casa Santa Marta três vítimas de abusos cometidos pelo clero no Chile: são Juan Carlos Cruz, James Hamilton e Jose Andrés Murillo.
A notícia foi confirmada esta quarta-feira pelo Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke.
Perdão e ação
O Papa agradece aos chilenos por terem aceitado o convite. Durante esses dias de encontro pessoal e fraterno, acrescentou Burke, Francisco “deseja pedir perdão, compartilhar sua dor e sua vergonha por aquilo que sofreram e, sobretudo, ouvir suas sugestões a fim de evitar que se repitam esses atos reprováveis”.
O Pontífice receberá as vítimas individualmente, para permitir que falem o tempo necessário.
“O Santo Padre pede orações pela Igreja no Chile neste momento doloroso, auspiciando que esses encontros possam se realizar num clima de serena confiança e ser um passo fundamental para remediar e evitar para sempre os abusos de consciência, de poder e, em especial, sexuais no seio da Igreja.”
Fonte: Vatican News
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Papa Francisco irá a Bari em 7 de julho: oração pelo Oriente Médio
Em 7 de julho próximo o Santo Padre irá a Bari, sul da Itália, para um dia de reflexão e oração sobre a dramática situação do Oriente Médio que aflige tantos irmãos e irmãs na fé. O encontro terá caráter ecumênico.
Em 7 de julho próximo o Santo Padre irá a Bari, janela para o Oriente Médio que acolhe as relíquias de São Nicolau – padroeiro da referida cidade do sul da Itália –, para um dia de reflexão e oração sobre a dramática situação do Oriente Médio que aflige tantos irmãos e irmãs na fé. É o que informa esta quarta-feira (25/04) um comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Exortação do Pontífice a preparar o evento através da oração
O Papa pretende convidar os chefes de Igrejas e Comunidades cristãs da região da Puglia para este encontro pela paz. Desde já, Francisco exorta a preparar este evento através da oração.
Fonte: Vatican News
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C9: tutela dos menores e reforma da Cúria entre as prioridades
A Cúria Romana a serviço do Santo Padre e das Igrejas particulares; o anúncio do Evangelho e o espírito como perspectiva que caracteriza a atividade de toda a Cúria Romana. Próxima reunião marcada para junho.
Encerrou-se esta quarta-feira (25/04) o encontro do Conselho dos Cardeais (C9) com o Papa Francisco, reunido deste segunda-feira. Todos os membros estiveram presentes, exceto o cardeal austríaco George Pell. O cardeal alemão Reinhard Marx esteve ausente na segunda-feira. O Santo Padre não pode estar presente na manhã desta quarta devido a audiência geral na Praça São Pedro. Foi o que informou numa coletiva o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke.
Caráter pastoral das atividades da Cúria Romana
Elaboração da nova Constituição Apostólica
As sessões da XXIV reunião do Conselho dos Cardeais se realizaram pela manhã das 9h às 12h30 locais, e na parte da tarde das 16h30 às 19h. Boa parte do trabalho foi dedicada à releitura do esboço da nova Constituição Apostólica da Cúria Romana. Ao término da redação do documento, que ainda requer um pouco de tempo, os Cardeais aprovarão o texto a ser entregue ao Santo Padre para suas ulteriores consultas e para a aprovação final.
Temas pertinentes do documento
Entre os vários temas que formarão o novo documento, muitos dos quais já amplamente abordados nas precedentes sessões do Conselho dos Cardeais, evidenciam-se alguns de particular importância: a Cúria Romana a serviço do Santo Padre e das Igrejas particulares; o caráter pastoral das atividades curiais; a instituição e o funcionamento da Terceira Seção da Secretaria de Estado; o anúncio do Evangelho e o espírito como perspectiva que caracteriza a atividade de toda a Cúria.
Proteção dos menores
O cardeal estadunidense Sean O’Malley atualizou os participantes do Conselho acerca dos numerosos esforços que estão sendo feitos no mundo inteiro em prol da proteção dos menores e dos adultos vulneráveis.
Membros oriundos do Brasil, Etiópia, Austrália e Itália
Durante a recente Reunião plenária, a Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores ouviu testemunhos dos membros que acabaram de ser nomeados, provenientes do Brasil, Etiópia, Austrália e Itália. Além disso, acolheu um grupo do Reino Unido (Comitê consultivo vítimas de abusos).
O purpurado evidenciou o grande empenho e a elevada competência dos membros da Comissão que representam muito bem a variedade das culturas do mundo. Ademais, reiterou a prioridade que se tem de partir do experienciado pelas pessoas, continuando o trabalho de escuta das vítimas e acolhendo suas experiências.
Reforma da mídia vaticana e próxima reunião prevista para junho
Os cardeais ouviram o secretário da Secretaria para a Comunicação, Mons. Lucio A. Ruiz, que informou o Conselho sobre o estado atual da reforma do sistema de comunicação vaticano. A próxima reunião do Conselho dos Cardeais terá lugar nos dias 11, 12 e 13 de junho próximo.
Fonte: Vatican News
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Nicarágua: bispos aceitam ser mediadores e testemunhas de diálogo
A decisão do Governo de anular a reforma do sistema de previdência social do país não fez cessar as manifestações nas ruas, promovidas inicialmente por jovens universitários.
A Conferência Episcopal da Nicarágua (CEN) aceitou ser mediadora e testemunha do diálogo, conforme proposto pelo Governo de Daniel Ortega.
A decisão do Governo de anular a reforma do sistema de previdência social do país não fez cessar as manifestações nas ruas, promovidas inicialmente por jovens universitários. O protesto e a repressão do Governo provocaram pelo menos 30 mortos e 428 feridos.
Evitar a violência
Segundo a Agência Sir, numa coletiva de imprensa realizada, nesta terça-feira (24/04), em Manágua, o presidente da CEN, Cardeal Leopoldo Brenes, Arcebispo de Manágua, leu a seguinte mensagem dos bispos: “Para facilitar o clima de diálogo, achamos essencial e categórico que o Governo e cada membro da sociedade civil evitem toda forma de violência e falta de respeito pela propriedade pública, e que prevaleçam o clima sereno e o respeito absoluto pela vida humana de todo nicaraguense.”
Encontrar caminhos de paz
No documento, os prelados manifestam a esperança de que “com espírito sincero e com o desejo de encontrar o bem para a nação se busquem caminhos de paz, apoiada na justiça, na equidade e no direito”.
Clima de tensão
Os bispos pedem para que a sua medição seja aceita por todas as partes em questão. A situação permanece tensa.
A transmissão ao vivo da coletiva de imprensa da CEN, denuncia o Canal Católico da Nicarágua, foi transcurada pelo Governo e o bispo auxiliar de Manágua, Dom José Silvio Báez, disse em algumas entrevistas que o diálogo “é um grande risco” que se deve correr. “Será um fracasso” sem admissões de responsabilidade e esclarecimentos sobre o que aconteceu nestes dias.
Fonte: Vatican News
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Igreja na Bolívia promove Semana social sobre narcotráfico
“A vida é importante. Deve ser cultivada e protegida”, disse o secretário-geral da Conferência Episcopal Boliviana, Dom Aurelio Pesoa Ribera, bispo auxiliar de La Paz.
Está em andamento, na Bolívia, a Semana social sobre o narcotráfico, promovida pela Conferência Episcopal do país, intitulada “Cultivando a vida e resgatando a dignidade”.
“A vida é importante. Deve ser cultivada e protegida”, disse o secretário-geral da Conferência Episcopal Boliviana, Dom Aurelio Pesoa Ribera, bispo auxiliar de La Paz.
Respostas adequadas e dignas
A secretária executiva da Pastoral Social da Caritas na Bolívia, Heydi Campos, acrescenta: “Este ano, queremos aprofundar uma problemática que nos preocupa muito e pede a nossa mobilização. O objetivo é informar e conscientizar sobre as consequências do narcotráfico e do uso de drogas em nossa sociedade, e buscar respostas para uma atenção digna e adequada às vítimas da droga.”
Responsabilidade de todos
Durante o evento, foi reproposta e aprofundada a carta pastoral que o episcopado boliviano publicou sobre o tema do narcotráfico.
O debate aprofundou a cadeia do narcotráfico e os temas da administração da Justiça e da Pastoral Carcerária. Heydi Campos falou de uma responsabilidade que “envolve toda a população”, ressaltando que para vencer as redes do narcotráfico é necessário um esforço não somente nacional, mas de toda a América do Sul.
Combater o estigma
Por sua vez, Dom Pesoa evidenciou que da parte do Governo “existem progressos na luta ao narcotráfico em termos organizacionais, mas a percepção é de que as coisas não estejam caminhando bem. É preciso agir com mais insistência. Somos vistos como um país de narcotraficantes. É um estigma que carregamos e deve ser superado.”
Fonte: Vatican News
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7ª SEMANA VOCACIONAL MISSIONÁRIA
 Os jovens, a fé e o discernimento vocacional
 Iniciou no dia 23 e se estende até o dia 27 do corrente mês a 7ª Semana Vocacional Missionária, promovida pelo Centro Cultural Missionário e a Conferência dos Religiosos do Brasil com o tema: ‘Os jovens, a fé e o discernimento vocacional’ – este é também o tema da próxima Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos que terá lugar no Vaticano de 03 a 28 de outubro de 2018.
A 7ª semana tem como objetivo, oferecer aos participantes a partir do Texto Base do “Sínodo dos Jovens”, elementos que os ajudem à luz da fé, descobrirem a sua própria vocação. 
Participam desta Semana 16 cursistas vindos de Congregações e institutos religiosos. Assessoram esta semana: Pe. Antônio Ramos do Prado, Salesiano de Dom Bosco. Pedagogo e mestre em Pastoral Juvenil pela UPS. Assessor da Comissão de Juventude da CNBB desde 2011; Ir. Maria da Cruz da Silva, do Instituto das Filhas de Nossa Senhora da Misericórdia, psicóloga e gestora educacional. Diretora Executiva do Colégio Nossa Senhora da Misericórdia em Osasco / SP; Pe. Elias Silva, da Diocese de Uruaçu/GO. Coordenador Nacional da Pastoral Vocacional / CNBB. Especialização em Processo Pedagógico da Formação pela Faculdade Dehoniana, Taubate/SP e Filosofia Clinica pela Faculdade Católica de Anápolis/GO.
O Pe. Luís Miranda, do Pontifício Instituto das Missões Exteriores (PIME) perguntado sobre o tema ora em estudo, destaca: “mesmo na Igreja, nós padres não nos envolvemos tanto com o tema do Sínodo dos Jovens. Sinto que é necessário trabalhar mais essa linguagem juvenil na formação dos presbíteros para estar próximo do povo, inculturados”. 
Fonte: CRB
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Após assembleia, Comina e Comires preparam Programa Missionário Nacional
A Igreja no Brasil contará com um Programa Missionário Nacional. Este foi o principal encaminhamento da 35ª Assembleia do Conselho Missionário Nacional (Comina), realizado entre os dias 16 e 18 de março, em Brasília (DF). A partir de agora, as assembleias dos Conselhos Missionários Regionais (Comires) apontarão os desafios no âmbito da ação missionária que irão compor o texto com diretrizes fundamentais.
O regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) foi o primeiro a ter a oportunidade de contribuir, durante a 20ª Assembleia do Comire, realizada em Carpina (PE), de 20 a 22 de abril. Na ocasião, houve estudo e planejamento da ação missionária no regional, sob o impulso dos ecos do 4º Congresso Missionário Nacional, realizado no ano passado em Recife (PE).
De acordo com a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e a Cooperação Inter-eclesial da CNBB, as assembleias dos Comires terão a finalidade de levantar os desafios para a missão. “Nestes encontros vão aprofundar e buscar luzes na palavra de Deus e documentos da Igreja e sugerir pontos básicos para o Programa Missionário Nacional”, explica o bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da comissão, dom Esmeraldo Barreto de Farias.
A Comissão Nacional recolherá o levantamento e as reflexões feitas em cada regional para construção da proposta de programa missionário nacional. Este texto será discutido e aprofundado durante a assembleia do Comina, prevista para os dias 4 a 7 de abril de 2019. A intenção é que seja aprovado o programa para o período de 2019-2022.
Durante a assembleia do Comina deste ano, dom Esmeraldo recordou a reflexão levada pelos membros do Comina e dos Comires no sentido de propor o programa nacional “com objetivos, etapas, metodologia, espiritualidade, dando muita atenção à formação”.
“Queremos, com isso, possibilitar aos Conselhos Missionários Regionais, uma maior dinâmica para a formação em termos de conteúdo, e o objetivo pleno é sermos mais missionários, discípulos de Jesus Cristo, fazendo com que toda a Igreja seja missionária, como nos pede o Papa Francisco, para que vivamos uma Igreja em saída”, lembrou Dom Esmeraldo.
Na carta de orientações, dom Esmeraldo destacou que a proposta metodológica do Programa Missionário Nacional tem algumas premissas, como o respeito às realidades, a participação, abertura para novos olhares e processos, diálogo e construção coletiva. Fonte: CNBB
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Bispos dos EUA publicam resultados de estudo demográfico sobre novos sacerdotes  
Os Bispos dos Estados Unidos publicaram os resultados da pesquisa anual aplicada pelo Centro de Investigação Aplicada ao Apostolado (CARA) aos ordenandos de 2018. Os novos sacerdotes ratificam com suas respostas o princípio de que as famílias católicas são a principal fonte de vocações. O número de ordenados em 2018 representa uma redução de 31% diante do total de 2017.
"Ainda que o número total de ordenações ao sacerdócio neste ano seja mais baixo, a informação obtida por esta pesquisa e a generosidade daqueles que serão ordenados seguem informando o importante trabalho do Ministério de Vocações para o futuro", explicou o Presidente do Comitê da Conferência Episcopal sobre Clero, Vida Consagrada e Vocações, Cardeal Joseph Tobin. "É essencial que continuemos fazendo o esforço consciente de motivar os jovens a estarem abertos a escutar o chamado de Deus em suas vidas e assisti-los em seu processo de discernimento".
O perfil demográfico dos novos sacerdotes dos Estados Unidos é majoritariamente caucásico (7 de cada 10) e nascido nos Estados Unidos (três de cada quatro). Entre os sacerdotes nascidos no estrangeiro, as principais origens são: México, Vietnã, Filipinas e Colômbia. A média de idade de chegada aos Estados Unidos dos sacerdotes nascidos no estrangeiro é de 23 anos, tendo chegado ao país há uns 12 anos. A maioria dos novos sacerdotes consideraram pela primeira vez a opção de ser sacerdotes quando tinham 17 anos de idade, e em média sua ordenação sacerdotal se produziu 18 anos mais tarde, com a idade de 35 anos. Esta média de idade se tem mantido nos anos recentes com leves variações.
Quase a metade de todos os ordenados, até 47%, estudou em uma escola católica e 45% completou estudos universitários antes de entrar no Seminário. Os principais campos de estudo destes profissionais foram Ciências Sociais, Teologia e Filosofia, Administração ou Artes Liberais. 64% dos novos sacerdotes já tinha experiência laboral de tempo completo antes de entrar no seminário e um de cada 20 serviu nas forças militares norte-americanas.
Quase a totalidade dos novos sacerdotes (90%) foram batizados na Igreja Católica em sua primeira infância. Quatro de cada cinco reportaram ter ambos pais católicos, enquanto que um de cada três tinham um parente sacerdote ou religioso. 74% dos novos sacerdotes reportaram ter servido como acólitos antes de entrar no Seminário, 57% serviu como leitor e 46% serviu como Ministro extraordinário da Santa Comunhão. Cerca da metade dos ordenandos participou em jornadas de portas abertas em um Seminário ou um instituto religioso.
"Um dos pontos mais interessantes deste estudo é ver que 86% daqueles que serão ordenados sacerdotes este ano foram motivados para fazê-lo por alguém em sua vida (mais frequentemente um sacerdote paroquial, um amigo ou outro freguês)", comentou o Diretor Executivo do Secretariado, Padre Ralph B. O'Donnell. "Uma porcentagem similar foi reportada em fevereiro na pesquisa mais recente dos que fizeram Profissão Solene. Este fato deveria arraigar nos fiéis uma resolução de motivar ativamente os jovens que eles encontrem para que considerem qual é a vocação que Deus os está chamando e a ser generosos em sua resposta". 
Fonte: Catolicos.
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Nicarágua acolherá milhares de jovens nos dias prévios à JMJ Panamá 2019
Mais de 15 mil peregrinos procedentes de diversas partes do mundo serão acolhidos em Nicarágua no mês de janeiro de 2019 durante a semana prévia da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que se celebrará no Panamá de 22 a 27 de janeiro do próximo ano.
Os Dias nas Dioceses ou pré-jornada, como se conhecem os dias que antecedem a JMJ, são uma tradição que se realiza desde 1997 por ocasião do grande evento juvenil, mas para 2019 se viverá de uma maneira diferente, já que não apenas terão lugar no país anfitrião, Panamá, mas em Costa Rica e também em Nicarágua.
"Nós estamos preparados para receber 15.375 peregrinos de outros países para os dias de pré-jornada aqui em Nicarágua, que está programado para se celebrar na semana de 13 a 20 de janeiro de 2019", foi o anúncio que fez Dom Jorge Solórzano Pérez, Bispo de Granada e Presidente da Comissão de Pastoral Juvenil de Nicarágua durante uma coletiva de imprensa.
O prelado c