Informativos Paroquiais

Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes celebrou festa da Padroeira

Domingo passado, 04 de fevereiro, o povo da paróquia de Campinas do Sul celebrou sua Padroeira, Nossa Senhora dos Navegantes. Não foi apenas uma festa da comunidade da matriz, mas de todas as comunidades da paróquia. Nas celebrações, foi bonito de ver todas as vozes cantando: “Mãe Navegantes, rogai por nós, em todas as famílias reine o amor e a paz!”.

Paróquia agradece aos colaboradores da festa da Padroeira

A Festa da Padroeira Nossa Senhora dos Navegantes foi, realmente, uma grande celebração da comunidade paroquial, com o lema “Senhora dos Navegantes, sobre nós lançai o olhar”.

Como pároco, quero agradecer a todos que participaram e colaboraram na realização da Festa da Padroeira, realizada no último domingo, 04 de fevereiro.

Em primeiro lugar, um agradecimento especial à Equipe dos Festeiros que brilhantemente conduziram e organizaram a Festa com muita seriedade, dedicação e responsabilidade.  Obrigado: - Vilson e Diva Chiodelli; - Alcemir e Silvane Boniatti;   - Gelson e Maria Cadini;  -  Norandi e Nelsa Camerini;   

- Arlei e Solange Miozzo;    -  Marcio e Andréia Consoli;   -  Gilmar e Ieda Echer;  - Leonir e Cleci Scanagatta;   - Mauro e Andréia Martinazzo;  - Benito e Inês Pedott;   - Vanessa Lázzari;  - Fernando Poletto;  - Neocila Baldissera;  - Mari Rosa Mânica... 

Agradecemos à comunidade paroquial pela participação nos momentos de espiritualidade, às comunidades, lideranças, pastorais, diversas equipes de liturgia que prepararam as celebrações do tríduo e do domingo da festa, ao grupo de ornamentação, aos diáconos, aos ministros e ministras, coroinhas.

Gratidão imensa a muitas pessoas voluntárias nos serviços de preparação de alimentos, às mais diversas equipes da churrasqueira – dos assados e do churrasco; pessoas que desde madrugadas e durante todo o dia e até à noite, sempre a serviço.

Nosso obrigado às famílias que fizeram suas doações; às entidades, às empresas e ao comércio pela colaboração com a rifa; às Rádios Campinas, Chamamento FM e Embalo Jovem pela valiosa colaboração na divulgação da Festa e transmissão das missas.

Enfim, a todos que, de uma forma ou de outra, fizeram parte de mais esta Festa promovida pela Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes.

Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora dos Navegantes, abençoe a todos.

 Resultado da festa

A festa teve um resultado espiritual muito grande: a confraternização, o cultivo da fé, a vibração por participar da comunidade, a alegria de servir, a integração entre as comunidades, as bênçãos e as graças de Deus, celebrações vivas e vibrantes... tudo isso faz a paróquia toda crescer e, assim, realizar a sua missão de congregar as pessoas no rebanho de Cristo, e, à luz do testemunho de Maria, sermos, no nosso cotidiano, seguidores de Jesus, nossa Luz.

O resultado financeiro ainda não foi totalmente apurado. No próximo programa estaremos divulgando.

Este resultado financeiro vai ajudar a paróquia a continuar a sua missão evangelizadora bem como continuar os projetos de manutenção do patrimônio.

Início da Quaresma: dia 14 de fevereiro, quarta-feira de cinzas, com o rito da imposição das cinzas, a Igreja Católica iniciará o tempo da Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa. Quarta-feira de Cinzas é dia de jejum e abstinência de carne.  

Missas na quarta-feira de cinzas, dia 14 de fevereiro:    

- às 9h, na capela Santo Antônio, Cruzaltense.

- às 20h, na igreja matriz em Campinas do Sul.

 Durante a Quaresma participe da Via-Sacra:

Na Igreja Matriz, a oração da Via-Sacra realiza-se em todas as sextas-feiras da Quaresma, em dois horários: às 14h e às 19h. As comunidades divulguem os horários da celebração da Via-Sacra.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2018

“Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos”.

Este trecho do Evangelho de Mateus é o tema da mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2018.

O Papa Francisco explica que esta passagem refere-se ao discurso de Jesus sobre o fim dos tempos, anunciando a tribulação que poderia afetar a comunidade dos crentes. “À vista de fenômenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho”.

Na mensagem, o Papa alerta sobre os falsos profetas de que fala Jesus. Alguns deles são como “encantadores de serpentes”, aproveitando-se das emoções humanas para escravizar as pessoas. Outros, são como “charlatães”, oferecendo soluções simples e imediatas para as aflições, mas remédios esses, segundo o Papa, ineficazes. “Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar”.

Sobre o risco de “resfriar o amor”, o Papa menciona na mensagem o que indica que o amor corre o risco de se apagar na pessoa. “O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro (…) depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n’Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos”.

Segundo o Papa Francisco, a própria criação é testemunha silenciosa desse resfriamento do amor. Um exemplo são os mares poluídos e que guardam os despojos de tantos “náufragos das migrações forçadas”, pontua o Papa. Também nas comunidades o amor resfria: são exemplo disso o egoísmo, o pessimismo e a mentalidade mundana.

Que fazer? Diante desses sinais, o Papa recorda o remédio oferecido pela Igreja nesse tempo de Quaresma: o remédio da oração, da esmola e do jejum.

Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos, para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida.

A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: «Isto é o que vos convém» (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade?

Por fim, o jejum tira força à nossa violência, desarma-nos, constituindo uma importante ocasião de crescimento. Por um lado, permite-nos experimentar o que sentem quantos não possuem sequer o mínimo necessário, provando dia a dia as mordeduras da fome. Por outro, expressa a condição do nosso espírito, faminto de bondade e sedento da vida de Deus. O jejum desperta-nos, torna-nos mais atentos a Deus e ao próximo, reanima a vontade de obedecer a Deus, o único que sacia a nossa fome.

Gostaria que a minha voz ultrapassasse as fronteiras da Igreja Católica, alcançando a todos vós, homens e mulheres de boa vontade, abertos à escuta de Deus. Se vos aflige, como a nós, a difusão da iniquidade no mundo, se vos preocupa o gelo que paralisa os corações e a ação, se vedes esmorecer o sentido da humanidade comum, uni-vos a nós para invocar juntos a Deus, jejuar juntos e, juntamente conosco, dar o que puderdes para ajudar os irmãos!

O Papa recorda uma ocasião propícia para colocar isso em prática: a iniciativa “24 horas para o Senhor”, que convida ao sacramento da Reconciliação em contexto de adoração eucarística. Em 2018, será nos dias 9 e 10 de março, com inspiração no Salmo 130: “Em Ti, encontramos o perdão” (v. 4). “Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental.

Oração e jejum pela paz:  Na oração do Angelus, dia 04, primeiro domingo deste mês,  da sacada do Palácio Apostólico, no Vaticano, o Papa Francisco anunciou um dia de jejum e de oração pela paz no mundo no dia 23 deste mês, sexta-feira da primeira semana da quaresma. O que levou o Papa a estabelecer este dia de oração e jejum foi a trágica continuação de inúmeros conflitos em diversas partes do mundo. Ao fazê-lo, disse ter em vista de modo particular as populações da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. Como em outras ocasiões semelhantes, ele convidou também os irmãos e irmãs não católicos e não cristãos a se unirem a esta iniciativa nas modalidades que considerarem oportunas, mas todos juntos. Francisco também observou que não se trata apenas de rezar pela paz, mas também de cada pessoa dizer concretamente “não” à violência naquilo que depender de si, pois as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias, enquanto trabalhar pela paz faz bem a todos.

 Programação Paroquial:

Sábado, 10 de fevereiro, às 19h30, celebração matrimonial de Joel Baruffi e Josieli Karlinski, em Cruzaltense.

- Domingo, 11 de fevereiro, às 9h, missa na igreja matriz. E às 10h30, missa e festa da Padroeira, na comunidade Na. Sra. de Lourdes, Linha São Pedro.

- quarta-feira de cinzas, 14 de fevereiro, às 9h, missa em Cruzaltense. E às 19h30, missa na igreja matriz.

- sexta-feira, 16 de fevereiro, às 14h e às 19h, Via-Sacra na igreja matriz.

- Sábado, 17 de fevereiro, às 18h, missa na igreja matriz.

- Domingo, 18 de fevereiro, às 9h, missa na igreja matriz. E às 10h30, missa e festa da Padroeira, na comunidade Na. Sra. de Lourdes, Cruzaltense.

Missas aos sábados: com o início da Quaresma, reiniciamos as missas das 18h, aos sábados.

Comunicados da  catequese:

- Encontro Paroquial de Catequistas: A coordenação da catequese paroquial convida todas as catequistas para o primeiro encontro do ano, para o planejamento das atividades do ano.  O encontro vai acontecer na quarta-feira, dia 21 de fevereiro, às 13h30, no Centro Catequético.

- Início da Catequese: Na 2ª-feira, dia 26 de fevereiro  terá início as atividades da catequese. O local do encontro será no Centro Catequético. Às 8h para as crianças que estudam à tarde. E às 13h, para as crianças que estudam de manhã.

- Missa da abertura da Catequese:  será no dia 24 de fevereiro, às 18h, na igreja matriz, onde serão apresentadas as crianças e catequistas da catequese deste ano, com a entrega do Álbum Litúrgico.  O Grupo da Iniciação Cristã terá neste dia o Rito da Assinalação.

Dia Eucarístico do Apostolado da Oração: será no dia 04 de março, com início às 9h, no CTG Sentinela da Querência, em Erechim. Haverá transporte gratuito. O almoço custará R$ 20,00. Membros do Apostolado da Oração e interessados em participar deixar o nome e o número do documento da identidade na Secretaria Paroquial até o dia 28 de fevereiro.

Abertura da Campanha da Fraternidade: Quarta-feira, às 10h, em sua sede em Brasília, a CNBB, através de seu Presidente e Secretário-Geral, fará a abertura da Campanha da Fraternidade deste ano que propõe aos cristãos e não cristãos o esforço comum na superação da violência, com o lema “Vós sois todos irmãos”, passagem do evangelho de São Mateus. O evento terá diversos convidados e poderá ser acompanhado ao vivo por emissoras de inspiração católica e pela página da CNBB no Faceboock.

Abertura da Campanha da Fraternidade em nível diocesano: Dom José presidirá ato de lançamento da Campanha da Fraternidade deste ano em nossa  Diocese às 18h de quarta-feira, na Catedral São José, com transmissão por diversas rádios da região, com som disponibilizado pela Rádio Difusão Sul Riograndense de Erechim.

Superar a violência pela cultura da paz e da reconciliação: O objetivo geral da Campanha da Fraternidade deste ano, a ser lançada quarta-feira, dia de cinzas, é construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência. A Campanha visa também analisar as muitas formas da violência, suas causas e consequências, buscando caminhos de sua superação; valorizar a família e a escola como espaços de convivência e aprendizado do perdão; reivindicar políticas públicas para superação da desigualdade social e da violência, apoiando as diversas instituições sociais que trabalham pela superação deste problema. Para o texto base da Campanha, uma das múltiplas formas de violência é causada pelo tráfico de drogas. Os índices de violência no Brasil superam significativamente os números de países que se encontram em guerra ou que são vítimas frequentes de atentados terroristas.

 

Desigualdade social e violência: Segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é a oitava economia mundial, mas também o décimo país mais desigual do mundo. Para o Secretário Executivo das Campanhas da CNBB, superar as várias formas de violência é tarefa de todos e exige compromisso de cada cristão e de cada cristã no enfrentamento das múltiplas formas de ofensa à dignidade humana que se naturalizam escandalosamente em nossa sociedade. É necessário passar de um sistema excludente, elitista e descartável para uma sociedade fraterna, responsável e includente. O coordenador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais enfatiza que o Brasil é uma sociedade injusta, excludente e extremamente desigual que exibe democracia sem cidadania. Ressalta que injustiça, exclusão e desigualdade desencadeiam as múltiplas formas de violência, incluindo a fome, o desemprego, a falta de moradia, de políticas públicas de proteção e promoção dos direitos.

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