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Cinco exemplos do bem que marcaram resgate de meninos tailandeses

Na terça-feira (10), chegou ao fim as operações de resgate dos 12 garotos e o técnico de futebol, integrantes do time Wild Boars, que estavam presos no complexo de cavernas Tham Luang Nang Non, no norte da Tailândia.

Ao total, foram 18 dias que os garotos tiveram de enfrentar, sendo que, somente no nono dia, o paradeiro deles foi descoberto. A operação teve repercussão e comoção mundial.

A cidade ficou bastante agitada na região da caverna. Muitas pessoas montaram barracas para distribuir comida, fazer massagem nos trabalhadores, limpar banheiros. Teve gente distribuindo água e picolés aos jornalistas, além disso, mergulhadores do mundo inteiro se voluntariaram para ajudar no resgate.

Alguns elementos dessa história, que teve um final feliz, foram marcantes e se tornaram assunto em todo o mundo.

1. Mergulhador morre. O primeiro fato, infelizmente é triste, mas mostra toda a vontade de ajudar. Saman Kunan, de 38 anos, sargento da reserva da marinha tailandesa, perdeu a consciência por falta de ar, enquanto retornava ao centro de comando da operação. Os primeiros socorros não foram suficientes para ajudá-lo, mas a sua solidariedade valeu muito para aqueles meninos.

2. Parcerias especializadas não economizaram esforços. Militares americanos, mergulhadores britânicos especializados em ações em cavernas, além de trabalhadores de diversas nações, incluindo Austrália, Japão, China, Mianmar e Laos, foram responsáveis por levar suprimentos de saúde e comida, além de instalar tubos de ar para levar oxigênio até onde o grupo estava localizado, tudo isso, após o uso de drones equipados com câmeras termais com zoom óptico capaz de aumentar as imagens 30 vezes ajudarem no mapeamento 3D do complexo de cavernas para encontrar o grupo.

3. Sistema de banheiros limpos. Todos tiveram de entrar em uma bacia com água para lavar as botas enlameadas antes de entrar nos banheiros. Voluntários de limpeza se orgulham do trabalho e ficaram até o final das operações

4. Intérpretes voluntários. O israelense Rafael Aloush e seu filho Shlomi, ajudaram como tradutores, além de muitos outros.

5. Rede de orações. A esperança e a fé moveu familiares e amigos dos garotos, que se reuniram na entrada da caverna para rezar. “Acredite em Deus. Apenas a fé pode mover montanhas”, declararam as crianças em letra de uma música. “Estamos aqui para orar e cantar para eles”, disseram à ABC Austrália.

Fonte: A12.com