Paróquia

Catedral São José - Erechim

Pároco: Pe. Alvise Follador

A Paróquia da Catedral São José

 1. Alguns dados históricos

Em 1910, a estrada de ferro chegou ao então Paiol Grande. Foi a partir desta época que se desencadeou a chegada de descendentes de europeus. O município de Erechim foi criado pelo decreto 2.342 de 30 de abril de 1918 do Presidente do Estado do Rio Grande do Sul, Antonio Augusto Borges de Medeiros.

A primeira capela católica (capitel) da localidade foi inaugurada no dia 13 de junho de 1913, em honra a Santo Antonio. Foi construída por iniciativa da benemérita pioneira Elisa Vacchi. Era de madeira, de 4m por 6m. Estava localizada no início da atual Rua Torres Gonçalves, à esquerda.

Em 1915, foi construída outra igreja, no início da Av. Maurício Cardoso, bem maior, de 12m por 24m.

Em 19 de agosto de 1919, o Bispo de Santa Maria, Dom Miguel de Lima Valverde, criou a paróquia de “Boa Vista do Paiol Grande”, dando-lhe São José como padroeiro. Mais tarde, São José foi oficializado também padroeiro do município de Erechim.

Em 1927, foi iniciada a construção da igreja “matriz” São José, de alvenaria, de 45m por 20m, concluída em 1935.

Em julho de 1969, foi iniciada a construção da atual igreja catedral, inaugurada no dia 15 de maio de 1977.

2. Párocos da Paróquia São José

- Pe. Vicente Testani, de 1919 a 1920;

- 08 de abril a 30 de agosto de 1920, interinamente, dois padres barnabitas - Luiz Balzarotti e Francisco Richard - atenderam a Paróquia;

- de 1º de setembro de 1920 a 21 de fevereiro de 1922, atenderam a Paróquia os freis franciscanos da Paróquia de Barro, hoje Gaurama: Justino Girardi, Humberto Zeller, Fidelis Kamp, Modestino Oechtering, Pancrácio;

- Pe. Carlos Schwergschlager, de 21/02/1922 a 08/5/1926; Pe. Benjamim Busatto já era vigário paroquial e ficou administrador da Paróquia por um mês e meio, na saída do Pe. Carlos;

- Pe. Vicente Testani, de 29/6 a 26/12/1926;

- Pe. Benjamim Busatto, de 26/12/1926 a 1949;

- Cônego Gregório Comassetto, de 25/5/1950 a 06/01/1959;

- Mons. Fioravante Magrin, de 06/01/1959 a 13/5/1962;

- Pe. Tarcísio Utzig, de 13/5/1962 a 12/02/1967;

- Pe. Atalibo Lise, de 13/02/1967 a 03/01/1987;

- Pe. Girônimo Zanandréa, atual Bispo Emérito, de 03/01/1987 a 02/01/1988;

- Pe. Atalibo Lise, de 02/01/1988 a 20/01/1990;

- Pe. Luiz Warken, 20/01/1990 a 31/01/1998.

- Pe. Antonio Valentini Neto, 31/01/1998 a 29/01/2012.

- Pe. Alvise Follador, 29/01/2012 a ...

 3. Padres vigários paroquiais

Francisco Osmari, Pio Busanello, Egídio Marin, Estanislau Pollon, Ludovico Redin, Albino Busatto, Lino Longo, Vitório Serraglio, Amélio Caovilla, Santo Guerra, Alcides Ferreira Leite, Pe. Tiago Benziger, Juliano Noal, João Blaszczak, Lido Liberalli, Luiz Antonio Busanello, João Gheno, Geraldo Moro, Pe. Nicodemos Moehlecke, Pe. João Modkoski, Antonio Tamagno, Eolino Bortolanza, Milton Mattia, Aquiles Jacob Klein, Antonio Divino Serraglio, Antonio Valentini Neto, Valdecir Rovani, Ivo Moehlecke, Girônimo Zanandréa, Avelino Backes, Valter Girelli, Valdemar Zapelini, Olírio Streher, Moacir Stieve, Gabriel Zucco, Jorge Elias Dall'Agnol, Lecir Barbacovi, Alvise Follador, Maximino Tiburski, Carlos Zorzi, Agostinho Dors, Valtuir Bolzan, Dirceu Dalla Rosa, José Carlos Sala, Claudino Talaska, João Dirceu Nardino, Everton Luiz Sommer, Paulo Cezar Bernardi, Cleberton Piotrowski, Anderson Faenello, André Ricardo Lopes, Pe. Jean Carlos Demboski.

 4. A Catedral

Quando é criada uma Diocese, a igreja mais antiga da sede diocesana passa a ser a catedral. Vem de “cathedra”, palavra latina que significa cadeira de quem ensina ou da qual alguém exerce cargo de professor de ensino superior. No caso, a referida igreja se torna catedral porque nela fica a “cadeira” que simboliza a autoridade do bispo como mestre, profeta e liturgo e da qual ele preside a assembléia litúrgica e a comunhão na caridade. Na catedral, o bispo tem a sua cátedra de magistério e de governo pastoral da Diocese.

O projeto da Catedral foi do Dr. Plínio Totta, de Porto Alegre, RS. O engenheiro foi Dr. Almiro Badalotti, de Erechim. O idealizador e executor dos painéis murais foi Dr. Arystarch Kaszkurewicz. O desenho dos vitrais foi do Pe. Ary Nicodemos Trentin, de Caxias do Sul. O pároco que acompanhou a construção do início ao fim foi o Pe. Atalibo Maurício Lise.

Pe. Atalibo Lise nasceu no dia 10/6/1927, na comunidade Na. Sra. de Lurdes, Km 10-Dourado. Foi ordenado presbítero no dia 08/12/1956. Trabalhou em Liberato Salzano, São Valentim, Vila Maria, Viadutos, Gaurama, Campinas do Sul, Erechim (Seminário, Catedral, Paróquia São Cristóvão e São Pedro).

Arystarch Kaszkurewicz nasceu em 12/02/1912, em Sluck, Polônia. Formou-se em direito, em 1936. Como advogado, fez o Curso de Belas Artes. Durante a II Guerra Mundial, em conseqüência da explosão de uma granada, perdeu os dedos das mãos e uma das vistas. Veio ao Brasil em 1952, fixando-se em São Bernardo do Campo, SP, passando a dedicar-se à arte sacra, notadamente à arte dos mosaicos e vitrais. Sua esposa, Ludmila, o acompanhava sempre nos trabalhos. Seu único filho, Eugenius, reside no Rio de Janeiro, onde é professor universitário. Entre suas obras, está a decoração de igrejas de Campinas, Jundiaí, Americana, Limeira, Santo André, no Estado de São Paulo; Cuiabá, MT; Fortaleza, CE; Brasília, DF; Montevidéu, Uruguai; Dom Feliciano, Catedral de Erechim e a de Passo Fundo, no RS. Faleceu no dia 08/4/1989. Foi com ele que o artista plástico Harrysson Testa começou a desenvolver a arte do esgrafito.

Por causa de uma lei impedindo a imigração de estrangeiros mutilados, a família de Arystarch entrou no Brasil com uma autorização, por decreto, do Presidente Getúlio Vargas, em 1952. “A partir daí, o país que o recebeu com restrições foi adotado pelo artista como sendo seu e, durante o tempo que aqui viveu, presenteou várias igrejas com obras de arte de inegável talento e que permaneciam no anonimato” (Raquel Bueno, ARYSTARCH, O ARQUITETO DOS DEUSES, obra publicada sob os auspícios da Eletrobrás, Ed. do Autor, 2004).

 5. Possível leitura interpretativa dos painéis de Arystarch na Catedral de Erechim

Os sinais e símbolos devem falar por si. Tentar interpretar o que alguém desenhou pode não ser feito com precisão. Diante de uma obra de arte, cada pessoa capta algo próprio que outro não captou. O artista, em geral, não explica sua obra. Seu ideal era realizá-la.

Arystarch Kaskurewicz desenvolveu painéis decorativos maravilhosos na Catedral São José de Erechim.

Para suas atividades, a esposa, sempre muito solícita, prendia o instrumento de trabalho no toco de uma das mãos ou ele o segurava com o das duas e ia fazendo maravilhas. 

Certo dia, alguém lhe perguntou o que ele queria expressar com o painel que estava desenvolvendo. Sem olhar para quem o interrogava, respondeu: “está aí. Não vê?” A outro que, maravilhado, lhe disse: “o senhor faz tudo isto sem as mãos; que faria com as mãos?”, ele respondeu: “poderia estar na cadeia”.

Quem entra em mais de 50 igrejas no Brasil se depara com a obra de Arystarch. É uma obra profunda, que expressa verdades teológicas, piedade popular, sensibilidade humana, capacidade imensa de superação ... Das poucas coisas que disse sobre o que fez, uma foi: “as crianças vão entender”. Isto faz lembrar a declaração de Cristo: “Em verdade vos declaro, se não vos transformardes e não vos tornardes como criancinhas, não entrareis no reino dos céus” (Mt 18, 17).

Breve descrição dos painéis da Catedral de Erechim

São 3 painéis maiores, 14 quadros grandes da Via-Sacra e símbolos menores em baixo-relevo (esgrafito).

- Santa Ceia: No centro, no fundo do Presbitério, com 8m de altura e 15,95 m de largura. Para identificar o traidor de Cristo, deixou Judas sem auréola. Na mesa da Ceia, estão os dois peixes e a cestinha com os cinco pães do milagre da multiplicação dos pães. Ao representar a última Ceia, com a instituição da Eucaristia, o artista visibiliza o milagre que a prefigurava. À direita e à esquerda do quadro da Ceia está uma faixa com símbolos de trigo e uva, dos quais provêm o pão e o vinho para a Eucaristia. Sob a sigla JHS (em latim: Iesus Hominum Salvator – Jesus Salvador dos homens), acima da Cátedra, discretamente, o artista deixou a marca de sua etnia, a águia polonesa. Ao pé da mesa, está o desenho de uma talha e de uma cesta cheia de pães. A talha poderia lembrar o milagre de Caná, no qual Jesus transformou a água em vinho. O “mestre-sala” disse ao noivo que havia guardado o “vinho melhor” até aquele momento. Na Ceia, Jesus transforma o vinho no seu sangue. Este sim é o vinho melhor. A cesta com os pães poderia lembrar aqueles doze cestos de pedaços de pão recolhidos por ocasião da multiplicação dos pães, depois que todos se alimentaram. Na Ceia, Jesus oferece seu Corpo, Pão da Vida, em abundância. Nunca faltará.

- Batismo do Senhor: Na frente, à esquerda de quem entra na igreja, com 8,65m de altura e de 3,66m largura. Jesus nas águas do Jordão sendo batizado por João Batista tem acima a pomba que representa o Espírito Santo, a “mão” do Pai, no triângulo da Trindade. Pode-se observar que o Jesus do Batismo demonstra ter menos idade do que o Jesus da Paixão (três anos). À esquerda de quem olha o painel, estão os símbolos dos Sacramentos, nesta ordem, de cima para baixo: batismo, crisma, eucaristia, penitência, unção dos enfermos, ordem e matrimônio. À direita, símbolos das virtudes teologais – fé, esperança e caridade – e das virtudes cardeais – prudência, justiça, fortaleza e temperança.

- Via-Sacra: De 3,57m altura e de 2m largura. Apenas o 8° quadro, encontro com as mulheres, tem três figuras. Os outros, apenas uma ou duas. No primeiro painel, a condenação de Jesus à morte, estão representados regimes ditatoriais e opressores diversos.

- Ressurreição: De 8,65m altura e 3,76m de largura. Apresenta o anjo junto ao túmulo e Jesus Ressuscitado acima dele. A figura do Ressuscitado é ladeada por uma via-sacra em miniatura, começando à esquerda de quem olha, de cima para baixo. Consta apenas da cruz e algum símbolo. A posição da cruz ou o sinal que a acompanha indica a que quadro corresponde. O primeiro quadro é um machadinho. Simboliza a decretação da sentença de morte de Jesus pela autoridade. O lírio junto à cruz: encontro com a mãe; a mão na cruz: Simão que ajuda Cristo a carregá-la; o rosto no pano: o encontro com Verônica; os dois lírios: as mulheres... Cada quadro é rodeado pela coroa de espinhos. Esta via-sacra, por sua vez, é também ladeada de símbolos de trigo, de uva, do monograma de Cristo encimado pela coroa (a vitória do Ressuscitado).

- Quadros dos evangelistas: A iconografia cristã (representação por imagens) atribui um símbolo a cada um dos quatro evangelistas. Esta atribuição é feita a partir dos textos de Ezequiel 1, 1-4 e 10, 14 e de Apocalipse 4, 6-7, que falam de quatro seres vivos com aparência de touro, leão, ser humano e águia. O primeiro a relacionar os evangelistas com estes seres foi Santo Ireneu (+ 203). Depois foi Santo Agostinho (+ 430).  No peitoril do mezanino (“coro”), estão estes símbolos dos quatro evangelistas.

No leão (primeiro à esquerda de quem olha para o mezanino) está simbolizado o evangelista São Marcos, porque no início de sua narração do Evangelho diz que João Batista apareceu no deserto, onde mora a fera (Mc 1,4). O leão simboliza o poder e o vigor. Marcos escreveu o Evangelho para os cristãos vindos do paganismo e do judaísmo, ressaltando que Jesus é o Filho de Deus.

Na figura do ser com rosto de homem está representado São Mateus, porque começou o Evangelho com a genealogia de Jesus (Mt 1, 1-14). O ser humano representa a amabilidade e a compreensão. Mateus escreveu para os convertidos à fé cristã oriundos do judaísmo, ressaltando que Jesus Cristo é o Messias por eles esperado.

Na águia está simbolizado São João por causa de seu estilo elevado de escrever o Evangelho (Jo 1, 1-18). A águia é símbolo de seres celestiais, pela beleza de seu vôo e pela altitude inatingível onde constrói seu ninho. Ele escreveu o Evangelho para as comunidades da Ásia Menor, combatendo certas heresias, como a dos gnósticos.

No touro está simbolizado o evangelista São Lucas porque começou o Evangelho falando do Templo, onde eram imolados os bois (Lc 1, 5-25). O touro é símbolo da força. Lucas escreveu o Evangelho para as comunidades constituídas entre os gentios, os que não eram da descendência de Abraão. Ressalta a misericórdia divina.

 - Tiara papal: No centro do peitoril do mezanino, no meio dos quatro símbolos dos evangelistas, está a tiara papal, a mitra do Papa (“Barrete alto e cônico, fendido lateralmente na parte superior e com duas faixas que caem sobre as espáduas”). Representa a dignidade do Papa, com seus títulos principais: Pastor da Igreja Católica (princípio visível e fundamento da unidade de fé e da comunhão, Sucessor de São Pedro), Bispo de Roma, Autoridade civil do minúsculo Estado do Vaticano. Pode-se ver nela também o tríplice múnus de Profeta, Sacerdote e Pastor do Papa na Igreja.

""- É uma espécie de sigla ou abreviatura de Cristo em grego. XP correspondem ao C e ao R em português. São as duas primeiras letras de CRISTÓS, em grego. É o monograma de Cristo.

Acentuações nos painéis da Catedral de Erechim

Alguns aspectos que poderiam ser ressaltados são:

- o destaque à dimensão cristológica: O painel central retrata a última Ceia. O lateral esquerdo de quem olha, o batismo de Jesus. O lateral direito, a ressurreição. Nos três, a figura de Cristo é exuberante, esplendorosa. Da mesma forma, ele aparece nos quadros da via-sacra. Naturalmente, não aparece no décimo quarto, sepultura, mas na tumba está bem expressivo o monograma de Cristo"". Nas faixas decorativas ao redor dos painéis da Ceia, Batismo, Ressurreição e no mezanino, aparecem muitas vezes o monograma de Cristo, a coroa de espinhos e a coroa da glória.

- a dimensão trinitária: No painel do Batismo, estão a mão do Pai e a pomba (Espírito Santo) sobre o Filho no rio Jordão. É a representação clara da Trindade. Nas faixas laterais do painel da Ceia estão três espigas de trigo entremeadas por três pequenas cruzes e três folhas de parreira em cada cacho de uva. No mezanino, aparecem várias vezes três séries de três pequenas cruzes num losango. As três folhas de parreira com o cacho de uva aparecem também na faixa com a mini via-sacra ao lado do quadro da Ressurreição. Não seria referência à Trindade?

- o contraste sofrimento e glorificação: ao redor dos quadros da mini via-sacra que ladeia o painel da Ressurreição, ele colocou a coroa de espinhos. Mas sobre a coroa de espinhos e sobre o monograma de Cristo, na faixa decorativa, colocou a coroa de Rei (da glória, da glorificação) e também ramos de oliveiras (símbolo de aclamação), folhas de parreiras e cachos de uva (símbolo de sofrimento – esmagamento da uva para se ter o vinho). Obediente até a morte e morte de cruz, Cristo foi glorificado pelo Pai, venceu a morte e o pecado.

- a intuição catequética: à esquerda do painel do Batismo, ele desenhou símbolos dos sete sacramentos; à direita, os símbolos das virtudes teologais e cardeais.

Do Catecismo da Igreja Católica (1803-1808): Virtude é uma disposição habitual e resoluta para fazer o bem. As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade que regulam nossos atos. As virtudes morais são adquiridas humanamente. Quatro virtudes têm um papel de “dobradiça”. Por esta razão são chamadas de “cardeais”; todas as outras se agrupam em torno delas. São elas: a prudência, a justiça, a fortaleza e a temperança. Prudência: dispõe a razão prática a discernir em qualquer circunstância nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados a realizá-lo. Justiça: virtude moral que consiste na vontade constante e firme de dar a Deus e ao próximo o que lhe é devido. Fortaleza: virtude moral que dá segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do bem. Temperança: modera a atração pelos prazeres e procura o equilíbrio no uso dos bens criados. As virtudes humanas se fundam nas virtudes teologais, que adaptam as faculdades do homem para participarem da natureza divina. Fundamentam, animam e caracterizam o agir moral do cristão. Há três virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade. : virtude pela qual cremos em Deus e em tudo que nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe crer, porque ele é a própria verdade. Esperança: virtude pela qual desejamos como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, colocando nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas próprias forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo. Caridade: virtude pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e ao nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.

     Redação Pe. Antonio Valentini Neto de 19 de agosto de 2010, com atualização do Pe. Alvise Follador, maio do 2015, 96 anos de criação da Paróquia.

 










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