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Novena de Fátima lembra a caridade como sinal do seguimento a Cristo

Pe. Gladir Giacomel presidiu o terço e a missa das 14h desta quinta-feira, sétimo dia da novena e primeiro do tríduo final da preparação à Romaria de Fátima que tinha como tema “com Maria, enviados em missão para promover a caridade”. A celebração foi animada por representantes da Cáritas, da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. Teve também a participação dos diáconos Lucas Stein, Almeri Bornelli e Jacir Lichinski. Entre os participantes, membros de sete grupos de idosos.

Pe. Gladir, em sua reflexão, lembrou as romarias já realizadas no espaço sagrado do Santuário diocesano, que tem em anexo o Seminário, onde estudam os futuros padres. Depois, ressaltou dois aspectos da celebração, Maria, a Mãe de Jesus e a prática das obras de misericórdia, expressão concreta da fé e da caridade. Deus concedeu a uma criatura ser a sua Mãe. Por Maria, enviou seu Filho para dentro da criação. Para isto, como diz o Papa Francisco, ela foi preparada desde sempre pelo Amor do Pai para ser Arca da Aliança entre Deus e os seres humanos. Participa do mistério da Redenção. Aos pés da cruz, se torna a mãe da humanidade. No segundo aspecto, a promoção da caridade, Pe. Gladir se referiu à prática da solidariedade fraterna das primeiras comunidades cristãs, conforme a leitura do dia, concretizando as obras de misericórdia espirituais e corporais indicadas por Cristo no evangelho como caminho de santificação. Enalteceu o trabalho das Pastorais Sociais no serviço aos necessitados. Observou que para entrar no céu é necessário fazer a vontade de Deus. E esta é reconhecer que Jesus, seu Filho, está presente nas pessoas que foram destituídas da própria dignidade e comprometer-se com a justiça. Aqueles que socorrem o faminto, o sedento, o preso, o que não tem casa nem roupa, o doente, sepultam os mortos, consolam o desanimado, ajudam a encontrar o rumo certo a quem está desencaminhado, perdoam as ofensas, vivem com paciência as fraquezas dos outros, corrigem os que erram, rezam pelos vivos e defuntos, cuidam da natureza serão chamados de benditos e terão a eternidade feliz. Os que não viverem assim terão a eternidade infeliz.